escolas sustentáveis

ESCOLAS SUSTENTÁVEIS

Hundertwasser

O programa Escolas Sustentáveis foi uma inspiração de uma proposta inglesa, mas que teve diversas alterações, desconstruções e construções sob a coordenação da Coordenadoria Geral de Educação Ambiental (CGEA) do Ministério da Educação (MEC) e três universidades federais que colaboram na transformação da proposta: Mato Grosso (UFMT), Mato Grosso do Sul (UFMS) e Ouro Preto (UFOP).

O lançamento do programa ocorreu em 2010, no Sesc Pantanal, em Poconé, MT. Por meio da educação a distância, a parceira com a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e da logística de cada universidade foi essencial ao projeto.

Trata-se de um programa que conclama que a escola se organize (ex. COM-VIDAS, mas pode ser outra forma de agremiação) e convide a comunidade a participar de 3 dimensões, ou 3 “peles” segundo o austríaco Hundertwasser. Estas 3 dimensões são intrínsecas e inseparáveis, pois são partes de um tecido coletivo e isoladas, perdem o sentido político da proposta.

1ª pele (derme): CURRÍCULO
Um currículo que seja fenomenológico, isto é, que se concretize em cada contexto histórico, potencializando a existência de cada escola, seja ela quilombola, indígena, do campo, especial ou integral. Para cada realidade, é uma proposta política que considera o conjunto socioambiental, como se o humano pudesse mergulhar na natureza.


2ª pele (vestuário): GESTÃO
Dimensões da sustentabilidade ou ecoeficiência são propostas neste segundo eixo das escolas sustentáveis, que considere a alimentação orgânica, o aproveitamento da água, a economia energética, a mobilidade por transportes como a bicicleta, a pegada ecológica, ou tantas outras práticas sustentáveis forem possíveis.


3ª pele (casa): ESPAÇO
Concebido o território como OIKOS, é o lugar que habitamos, portanto, espaço de nossas identidades. É o cuidado desde a carteira que sentamos até o Universo que pertencemos, mas é também a casa onde moramos. Assim, propostas da bioarquitetura são bem-vindas, assim como demais práxis que revelem o cuidado e o respeito à diversidade do mundo que habitamos.

Diversas experiências ocorreram em todo Brasil e hoje o programa ganhou vida própria, dinamizando os espaços em vários contextos. Uma sistematização das diversas vivências com as escolas sustentáveis é representada no diagrama:
fonte: CGEA/MEC

Em Mato Grosso, a UFMT, em parceria com a UAB e a Secretaria de Estado de Educação (SEDUC) estão promovendo a segunda edição do curso em 2013.

Mais notícias:

GPEA - escolas sustentáveis



1º Encontro do Programa Nacional de Escolas Sustentáveis
12 e 13 de setembro de 2013
Coordenação Geral de Educação Ambiental - CGEA
SECADI-MEC



ALGUMAS REFERÊNCIAS

2012 - Pátio, revista pedagógica
Michèle Sato (entrevista): é preciso ousar mudanças

2013 - MMA
caderno consumo sustentável - construções
moradia sustentável
[download]
http://gpeaufmt.blogspot.com.br/2013/04/cartilha-ensina-fazer-obras-sustentaveis.html

2013 - Minist Públ de PE e Rede MAPA
lixo, quem se lixa? o be-a-bá dos resíduos sólidos
[download]

2013 - documentos de ações e estratégias do MEC
distribuido no 2º congresso luso
colaboração da Dra Flávia Nascimento Ribeiro, ES
[link1] - diretrizes nacionais das Escolas Sustentáveis
[link2] - diretrizes preliminares

Conferência Nacional InfantoJuvenil pelo Meio Ambiente
http://conferenciainfanto.mec.gov.br/index.php/2012-05-22-18-29-37/2012-05-30-19-17-24

Biblioteca Conferência InfantoJuvenil pelo Meio Ambiente
http://conferenciainfanto.mec.gov.br/index.php/2012-05-22-18-30-31

APRESENTAÇÃO PPT



Michèle Sato  
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UFMT: NEAD & GPEA 
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