Thursday, 17 December 2015

Projeto fotográfico evidencia tragédia no Rio Doce

http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/arte-e-livros/2015/12/07/noticia_arte_e_livros,174907/projeto-fotografico-evidencia-tragedia-no-rio-doce.shtml


Projeto fotográfico evidencia tragédia no Rio Doce

Leonardo Merçon é o responsável pelo trabalho que virou o projeto fotográfico 'Lágrimas do Rio Doce', que em breve será disponibilizado também em formato de documentário


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Rebeca Oliveira - Correio BraziliensePublicação:07/12/2015 10:10Atualização:07/12/2015 11:54
 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)
“As pessoas só protegem o que sabem que existe.” Com a sentença em mente, o fotógrafo de natureza e conservação Leonardo Merçon deixou de pagar as contas pessoais, alugou um barco e saiu de Vitória com destino a 10 cidades em Minas Gerais e Espírito Santo. Merçon, que também é presidente do Instituto Últimos Refúgios, partiu de casa com um grupo composto por ele e mais duas pessoas. Ao longo de três semanas, registrou o antes e o depois da maior tragédia ambiental que abalou o país nos últimos meses: o rompimento das barragens da mineradora Samarco (Vale e BHP Billiton) em 5 de novembro, levando uma onda de caos por onde passaram as 62 milhões de toneladas de lama, que deixou pelo menos 13 mortos, uma dezena de desaparecidos e milhares de desabrigados. As viagens feitas por ele viraram o projeto fotográfico Lágrimas do Rio Doce, que em breve será disponibilizado também em formato de documentário.

Até agora, Merçon fez duas expedições fotográficas. A primeira aconteceu quatro dias após o rompimento das barragens, destruindo o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG). A priori, a previsão do grupo era acompanhar a chegada da lama no Espírito Santo, onde vivem. Diante da demora inicial, o fotógrafo e equipe decidiram subir o Rio Doce de barco. Por um momento, chegaram a pensar que a lama tinha se dissipado. Até chegarem a Governador Valadares, um dos municípios mineiros mais atingidos pelos restos do acidente na mineradora. A bordo de uma embarcação simples, Merçon e os colegas registravam tudo que podiam. Ele recorda: foi difícil fotografar com os olhos mareados diante da situação de desespero da população.
 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)

Expedição
O fotógrafo viu a cor da água do Rio Doce mudar de verde-esmeralda para um marrom sem vida. Peixes pulavam para fora da água, desesperados. Alguns pescadores colhiam os animais mortos e tentavam vender por míseros R$ 5 por quilo, para garantir o sustento da família. As primeiras imagens foram visualizadas por mais de cinco milhões de pessoas, o que ajudou o Instituto Últimos Refúgios a realizar a segunda expedição, quando acompanharam a chegada da lama tóxica no mar. A morte não se restringia a peixes. Capivaras, lontras, jacarés, cavalos e até aves também morreram. Pessoas também ficaram doentes por beber a água proveniente do rio. A lama segue o curso do mar, e continua, diariamente, matando mais histórias. “Passei a prestar atenção nas comunidades. Quis mostrar o crime que estava sendo cometido, e não consegui dissociar os lados pessoal e emocional”, afirma o fotógrafo.

Uma das imagens mais icônicas tem nas lágrimas de um pescador uma síntese que viveram os ribeirinhos ao ver seu sustento se perder em litros de água avermelhada e cheia de poluentes. Em Aimorés, em Minas Gerais, Benilde Madeira foi flagrado em uma das fotografias mais tocantes. Os olhos cheios d’água carregavam um misto de lamento e desespero. “Naquele momento, ele falava sobre o filho dele, que havia perguntado sobre quando ele pescaria um dourado de novo no rio, e ele não sabia a resposta”, recorda Merçon. “Em todos os pescadores, percebi que não havia só tristeza, mas raiva. Esse não é o primeiro problema que estão enfrentando. Eles já tinham dificuldades com os empreendimentos que usam os rios, como as hidrelétricas e outras empresas que o polui. E com o próprio governo e o defeso, que não havia sido pago”, acrescenta.

 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)

 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)

 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)

 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)

 (Instituto Últimos Refúgios / Divulgação)

Duas perguntas Leonardo Merçon 
A Organização das Nações Unidas classificou as medidas tomadas pelo governo federal para conter o desastre inaceitáveis. Como testemunha ocular da tragédia, acredita que houve negligência? 
É inaceitável a postura defensiva das empresas responsáveis e do governo. A primeira coisa que eles deveriam ter feito, independentemente de quem fosse a culpa, era mitigar aquilo, conter os estragos. Gastou-se muito tempo tentando achar culpados em vez de resolver. A barragem e a responsabilidade era deles. Em algumas cidades, pessoas ficaram em situações desumanas. Teve uma cidade chamada Galileia, em Minas, onde fomos fazer doação de água. Eles estavam há uma semana sem água. Muita gente estava doente, com diarreia, porque as pessoas tentaram filtrar a água do Rio, de chuva, e de outras fontes duvidosas.

A instabilidade política em que vive o país atrapalha na contenção e resolução das consequências do desastre em Mariana? 
O país vive uma crise econômica, ambiental e política desde antes da catástrofe. Muitos crimes ambientais têm sido cometidos, principalmente na Amazônia, na Mata Atlântica e no Cerrado, que têm sido devastados. Essa dificuldade de lidar com a tragédia do Rio Doce é só um reflexo do que tem sido feito nos últimos anos em nosso país. Isso é evidenciado por inúmeros atitudes, como desmantelamento do Código Florestal. A população também está distante do meio ambiente e se blindando dentro da bolha da cidade. É como se a natureza não fizesse mais parte da vida delas. Quem vai querer proteger o que não faz parte da vida delas? Elas acham que essas consequências ambientais estão distantes, só percebem quando está mais quente e gastam mais dinheiro por causa do ar-condicionado.

Wednesday, 9 December 2015

Estudo reitera escassez hídrica severa no Brasil

fapesp
http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/12/07/estudo-reitera-escassez-hidrica-severa-no-brasil/


Estudo reitera escassez hídrica severa no Brasil

Dados obtidos por satélites da Nasa sugerem que as regiões Sudeste e Nordeste perderam juntas cerca de 105 trilhões de litros d’água por ano entre 2012 e 2015
RODRIGO DE OLIVEIRA ANDRADE | Edição Online 17:53 7 de dezembro de 2015

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© LÉO RAMOS
XXXX
Regiões Sudeste e Nordeste do país perderam, no total, 56 km³ e 49 km³ de água entre fevereiro de 2012 e janeiro de 2015
As regiões Sudeste e Nordeste do Brasil perderam juntas cerca de 105 trilhões de litros d’água por ano entre 2012 e 2015. A estimativa é do hidrologista brasileiro Augusto Getirana, pesquisador assistente no Goddard Space Flight Center da agência espacial norte-americana (Nasa), em Maryland, nos Estados Unidos. Em um estudo publicado em outubro na revistaJournal of Hydrometeorology, ele analisou variações do armazenamento total de água no Brasil, das águas superficiais — como rios, lagos e reservatórios — às subterrâneas — como aquíferos e a umidade do solo — entre 2002 e 2015. Usou para isso um conjunto de dados obtidos por dois satélites Grace (sigla para Gravity Recovery and Climate Experiment) da Nasa. Esses satélites foram usados porque são capazes de detectar dois tipos de variações: no campo gravitacional da Terra, em geral causadas pelo movimento de grandes massas d’água, como rios e aquíferos subterrâneos; e ao medir a altura da camada de água.
De fevereiro de 2012 a janeiro de 2015, ele verificou, a quantidade de água nas regiões Sudeste e Nordeste do país diminuiu significativamente. Nesse período, essas regiões perderam, no total, 56 quilômetros cúbicos (km3) e 49 km3 de água, respectivamente. Os satélites Grace também medem a quantidade de água a partir da altura da camada de água entre o fundo e a superfície de rios, reservatórios e lagos. Se a camada tiver mais de 1 centímetro (cm) de altura, o satélite detectará e fará a medição. Por essa medida, em comparação à média dos últimos 13 anos, o Sudeste dispunha de 4,1 cm menos de água enquanto o Nordeste teve 3,7 cm menos de água.
As represas e reservatórios brasileiros também foram avaliados. Segundo o estudo, eles atingiram os níveis mais baixos desde 2005. Para se ter ideia, os 16 reservatórios avaliados no estudo — entre eles de Furnas, Ilha Solteira e Três Marias —registraram capacidade mínima de armazenamento de água nos últimos 12 meses. O reservatório de água do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de aproximadamente 8,8 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo, em setembro de 2014, por exemplo, tinham preenchido apenas 10,7% de sua capacidade total.
Em 2002, quando os satélites começaram a coleta de dados, o Brasil havia acabado de passar por um período de seca iniciado em 2000. Um período mais úmido estendeu-se até 2012, quando, novamente, a baixa incidência de chuvas, associada ao aumento das temperaturas médias, voltou a predominar em grande parte do território brasileiro, configurando-se mais tarde na pior seca do país em 35 anos. Análises mais detalhadas dos dados produzidos pelos satélites Grace ao longo de 13 anos mostraram que o Brasil tem oscilado entre períodos ora mais secos, ora mais úmidos. Desde 2011, no entanto, um novo período de seca estabeleceu-se no país, sobretudo nas regiões Sudeste e Nordeste.
Augusto Getirana pretende seguir monitorando variações do armazenamento de água no país, mesmo diante da possibilidade de os satélites Grace serem desativados em breve. Ele explica que ainda é difícil fazer projeções relacionadas à situação hídrica do país para os próximos anos. “Satélites observam o presente e levam um certo tempo para processar os dados para que, então, sejam disponibilizados para uso científico”, diz. “Isso faz com que esses dados, de certa forma, se tornem obsoletos. Daí a importância do monitoramento contínuo da distribuição de água no Brasil.”
Artigo científico
GETIRANA, A. C. V. Extreme water deficit in Brazil detected from space. Journal of Hydrometeorology. out. 2015.

Wednesday, 2 December 2015

O bioregionalismo como alternativa ecológica

O bioregionalismo como alternativa ecológica

         O modelo ainda dominante nas discussões ecológicas privilegia em escala o Estado e o mundo; em economia a exploração da natureza, o crescimento/desenvolvimento ilimitado em nível mundial e a competição; em política prevalece a centralização, a hierarquização, o controle e o governo da maioria; na cultura o quantitativo sobre o qualitativo, a uniformização dos costumes, o consumismo e o individualismo  e o pensamento tecnocrático.
Este paradigma subjaz, em grande parte, à atual crise da Terra, pois considera esta como um todo uniforme sem valorizar a singularidade de seus muitos ecossistemas e a diversidade das culturas. Por isso, gera desequilíbrios no sistema da vida e na dinâmica natural da Terra viva. Era a crítica que Chico Mendes fazia ao abordar o desenvolvimento da Amazônia: o de querer uniformemente aplicar nela as mesmas tecnologias e métodos como nas demais regiões da Terra. Tal procedimento implicaria na devastação da Amazônia, como de fato está ocorrendo. Daí sua sugestão do extrativismo como adequado àquele ecossistema: extrai o que se precisa até para o comercio, mas preservando a riqueza daquela floresta, fundamental para os climas e para o equilíbrio geral do planeta.
Hoje está se impondo uma outra vertente  mais amiga da natureza e com possibilidades de nos tirar da crise atual: o bioregionalismo. A bioregião se circunscreve numa área, normalmente, definida pelos rios e pelo maciço de montanhas. Possui certo tipo de vegetação, geografia do terreno, de fauna e da flora e mostra uma cultura local própria com seus hábitos, tradições, valores, religião e história feita no local.
Em termos de escala se centra na região e na comunidade; em economia, na conservação, adaptação, autossuficiência e cooperação; em política, na descentralização,  na subsidiariedade, na participação e na busca do consenso; na cultura favorece a simbiose, a diversidade e o crescimento qualitativo e inclusivo.
O bioregionalismo não é novo, pois  se inspira nos modos de vida milenares, anteriores ao surgimento dos impérios com sua burocracia, hierarquia e exércitos, base dos Estados modernos.
A tarefa básica do bioregionalismo é fazer os habitantes  entenderem e valorizarem o lugar onde vivem. Importa fazê-los conhecer o tipo de solos, de florestas, de animais, as fontes de água, o rumo dos ventos, os climas e microclimas, os ciclos das estações, o que a natureza nos pode oferecer em termos de paisagens, alimentação e bens e serviços para nós e para toda a comunidade de vida. Faz-se mister inserir as pessoas na cultura local, nas estruturas sociais, urbanas e rurais, no aprendizado das figuras exemplares da história local. Finalmente, sentir-se filho e filha da Terra.
É na bioregião que a sustentabilidade se faz real e não retórica a serviço do marketing; pode se transformar num processo dinâmico que aproveita racionalmente das capacidades oferecidas pelo ecossistema local, criando mais igualdade, diminuindo em níveis razoáveis a pobreza, facilitando a participação das comunidades no estabelecimento dos projetos e das prioridades.
Mesmo sendo a comunidade local a unidade básica, isso não invalida as unidades sistêmicas maiores (inter-regionais, nacionais e internacionais) que afetam a todos (por exemplo, o aquecimento global). A ideia do glocal, vale dizer, pensar e agir local e globalmente nos ajuda a articular as duas dimensões. Sempre é necessário informar-se sobre as experiências de outras regiões e como está o estado geral do planeta Terra.
O bioregionalismo possibilita que as mercadorias circulem no local, evitando as grandes distâncias; favorece o surgimento de cooperativas comunitárias; persiste a economia de mercado mas composta primariamente, embora não exclusivamente, de empresas familiares, iniciativas cujos proprietários são os próprios trabalhadores e uma cooperação aberta entre bairros e municípios, como ocorre entre vários municípios do vale do Rio Itajai em Santa Catarina e em outras regiões.
O bioregionalismo permite deixar para trás o objetivo de “viver melhor”(ética da acumulação ilimitada) para dar lugar ao “bem viver e conviver” (ética da suficiência) dos andinos, que implica sempre o bem-estar para toda a comunidade e entrar em harmonia com a Mãe Terra, com os solos, as águas e os demais elementos que garantem nossa vida junto com os demais seres vivos do ecossistema.
Esse é um caminho  que está sendo trilhado em muitos lugares no mundo. Ele configura uma semente de esperança no meio da falta de alternativas dos dias atuais.

]Leonardo Boff escreveu com Mark Hathaway o livro O Tao da libertaçãoo: explorando a ecologia da transformação, Vozes 2012.

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM “EDUCAÇÃO AMBIENTAL CAMPENSINA”



Atenção
EDITAL DE RETIFICAÇÃO COMPLEMENTAR Nº 01 - PRORROGAÇÃO

A) Onde se lê:

5.1 A seleção ocorrerá de acordo com o seguinte Calendário:
Período de Inscrições
23 a 27/11/2015
Abertura dos envelopes recebidos pelo correios
30/11/2015 a 04/12/2015
Resultado do deferimento ou indeferimento das inscrições
10/12/2015
Seleção
14 a 15/12/2015
Divulgação do Resultado
16/12/2015
Período de Recurso
17 e 18/12/2015
Resultado Final
21/12/2015

A) Leia-se:

5.1 A seleção ocorrerá de acordo com o seguinte Calendário:
Período de Inscrições
23/11/2015 a 08/01/2016
Abertura dos envelopes recebidos pelo correios
18 e 19/01/2016
Resultado do deferimento ou indeferimento das inscrições
20/01/2016
Seleção
21 e 22/01/2016
Divulgação do Resultado
23/01/2016
Período de Recurso
24 e 25/01/2016
Resultado Final
27/01/2016




 

EDITAL DE INSCRIÇÃO PARA O CURSO DE
ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM “EDUCAÇÃO AMBIENTAL CAMPENSINA”

A Coordenação do Curso de Especialização em Educação Ambiental Campesina, no uso de suas atribuições legais, torna público o presente Edital para a abertura de inscrições, visando à seleção de candidatos para 60 (sessenta) vagas para 2016.

  1. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
·         INÍCIO 02/02/2016  (O curso foi aprovado pela Resolução CONSEPE Nº44, de 29 de abril de 2013).
·         TÉRMINO 20/12/2017.
O curso finaliza suas atividades com a apresentação dos trabalhos de conclusão de curso (artigo 9, inciso VIII da resolução CONSEPE 75/2005)

CARGA HORÁRIA: 360h (trezentos e sessenta horas).
PERIODICIDADE: Os Círculos de Cultura, com 90h cada, serão oferecidos duas vezes ao ano em fevereiro e julho (a cada 15 e/ou 20 dias corridos por Círculos de Cultura - módulos/eixos) em regime integral neste período. Sendo que, a metodologia da Pedagogia da Alternância é fundamental para a realização das atividades pedagógicas da especialização.

NÚMERO DE VAGAS: 60 vagas em uma única turma.
Os 50 primeiros aprovados serão beneficiados com recursos do PRONERA e os outros 10 aprovados poderão se matricular e participar do curso, entretanto, não serão beneficiados com os recursos do programa.


3.      INSCRIÇÃO
As inscrições enviadas que não tiverem com toda documentação comprobatória (ficha de inscrição; carta de intenção de pesquisa; documentos exigidos na matrícula) serão indeferidas.
4.       PÚBLICO BENEFICIADO:

5.     PROCESSO SELETIVO
A seleção será efetuada através da proposta enviada no ato da inscrição onde o candidato deverá apresentar uma carta de intenção de ingresso no curso conforme letra e do item 02 (deste edital) com a seguinte formatação: quantidade de páginas: mínimo 2 e máximo 5, fonte arial, tamanho 12, espaçamento entre linhas 1,5. Bibliografia básica para a seleção (disponível no Anexo II)

5.1 A seleção ocorrerá de acordo com o seguinte Calendário:
Período de Inscrições
23 a 27/11/2015
Abertura dos envelopes recebidos pelo correios
30/11/2015 a 04/12/2015
Resultado do deferimento ou indeferimento das inscrições
10/12/2015
Seleção
14 a 15/12/2015
Divulgação do Resultado
16/12/2015
Período de Recurso
17 e 18/12/2015
Resultado Final
21/12/2015

5.1           RECURSOS
O não cumprimento das normas estipulados neste Edital implicará na exclusão do candidato na seleção.
Caberá recurso em relação à seleção no prazo estipulado de 17 e 18/12/2015 (O pedido deverá ser justificado, expondo de forma clara e objetiva e indicar com precisão o ponto sobre o qual versa o recurso).
A solicitação deverá ser dirigida a Coordenação do Curso em questão, por meio de correio eletrônico para eacampesina@gmail.com

6.    MATRICULA

Os candidatos aprovados deverão efetivar sua matrícula no começo do Primeiro Círculo de Cultura, com a seguinte documentação:

7.                   OUTRAS INFORMAÇÕES:

Universidade Federal de Mato Grosso, Instituto de Educação, Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (sala 66), Curso de especialização em Educação Ambiental Campesina. Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa, nº 2.367, Campus UFMT, Bairro: Boa Esperança,Cuiabá/MT, CEP: 78060-900. Email: eacampesina@gmail.com

Os casos omissos e as situações não previstas nesta chamada serão resolvidos pela Coordenação do Curso de Especialização Educação Ambiental Campesina - CEEAC



Cuiabá, 03 de novembro de 2015.



______________________________
Prof. Dr.Ronaldo Senra
Profª Dr. Michèle Sato

Coordenação do Curso de Especialização Educação Ambiental Campesina



Anexo 1 - Ficha de inscrição

Anexo 2 - texto 1
EDUCAÇÃO DO CAMPO
Roseli Salete Caldart


Anexo 2 - texto 2
CONTRIBUIÇÕES PARA UMA PEDAGOGIA CRÍTICA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Marília Freitas de Campos Tozoni-Reis




Construção coletiva do portal da educação do campo
http://www.educacaodocampo.com.br/educa%C3%A7%C3%A3o-do-campo---texto.php