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Showing posts from September, 2012

Artes da cultura popular

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Artes da cultura popular REDAÇÃO | Edição 174 - Agosto de 2010
O artigo “Artes de musicar e de improvisar na cultura popular”, de José Machado Pais, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, explora bases de sustentabilidade do valor patrimonial das chamadas culturas marginais, tomando como referência as artes de musicar e de improvisar. Aos preconceitos que associam a cultura popular à frivolidade se contrapõem evidências da sua criatividade. Para isso, o autor compara tendências e influências musicais de Portugal e do Brasil, na base de uma matriz partilhada de repentes e improvisações. Os exemplos do fado e do samba são usados para ilustrar as variações simbólicas, no decurso do tempo, das produções culturais: dos antros de marginalidade podem emergir ícones de nacionalidade. Cadernos de Pesquisa – vol. 39 – nº 138 – São Paulo – set./dez. 2009 Link para o artigo http://www.scielo.br/pdf…

LEMINSKI - A diferença da crítica

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RESENHAS A diferença da crítica Leminski: o poeta da diferença | Elizabeth Rocha Leite | Edusp / Fapesp, 160 páginas, R$ 35,00 (preço estimado) MARCELO TÁPIA | Edição 198 - Agosto de 2012 Elizabeth Leite realiza, no estudo que ora se publica, uma proeza de leitura crítica da obra de um autor que a merece: o “poeta-síntese dos anos 1970”, Paulo Leminski. O trabalho evidencia o ilimitado potencial de cumplicidade da análise interpretativa com a própria criação, ao reinventar sentidos no texto tomado como objeto. Seja quem for o leitor, mesmo que conhecedor de poesia e de teorias da linguagem e leitor de Leminski, descobrirá novidades por meio das associações estabelecidas no estudo de Elizabeth. Em seu entender, a obra leminskiana se constrói como um “campo de testes para uma grande diversidade de procedimentos”: o poeta-teórico se proporia a “questionar os limites tradicionais da poesia com base …

Ossos que falam

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Ossos que falam Escavações na zona portuária do Rio de Janeiro revelam retrato pouco conhecido da escravidão CARLOS HAAG | Edição 190 - Dezembro de 2011 © MERCADO DE ESCRAVOS NA RUA DO VALONGO, DEBRET, AQUARELA SOBRE PAPEL, C. 1816-1828. REPRODUÇÃO DO LIVRO DEBRET E O BRASIL – OBRA COMPLETA, ED. CAPIVARA, 2009 Uma das “casas de carne” do mercado do Valongo na visão algo otimista de Debret ao mostrar poucos escravos vigiados pelo comerciante O Instituto Nacional de Criminalística estabelece uma série de procedimentos para se investigar um crime: o reconhecimento, que delimita a extensão da cena do crime e a preserva; a documentação cuidadosa e a observação científica do lugar; a procura de provas e evidências a serem coletadas; a análise científica num laboratório das provas recolhidas pelo perito. É na junção dessas áreas que se encontra a solução de, por exemplo, um assassinato. Seria possível usar os mesmos …

Uma narrativa que flui como um rio

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Uma narrativa que flui como um rio Jean-Claude Bernardet e Cao Hamburger destrincham o que torna Xingu inovador no cinema brasileiro MARIA GUIMARÃES | Edição 196 - Junho de 2012 © BEATRIZ LEFèVRE Os irmãos Villas-Bôas fazem o primeiro contato com os índios O Xingu é terra de rios. Eles são as estradas que cortam a imensidão amazônica. No filme de Cao Hamburger, o rio é a distância que os irmãos Villas-Bôas precisam atravessar para estabelecer o primeiro contato amistoso com uma tribo indígena. Não é à toa que a água corre pelas letras nos créditos de Xingu, mas para o crítico Jean-Claude Bernardet a fluidez do filme vai muito além dos cursos d’água. Segundo ele, ela vem de uma harmonia entre os vários níveis da confecção do filme: roteiro, decupagem, filmagem e montagem. “O movimento constante da câmera dá uma leveza à narrativa que raramente se vê no cinema brasileiro”, comenta, incluindo n…

Foto de índio

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SCIELO Foto de índio REDAÇÃO | Edição 185 - Julho de 2011 © CLÁUDIA ANDUJAR O artigo “O índio na fotografia brasileira: incursões sobre a imagem e o meio”, de Fernando de Tacca, da Universidade Estadual de Campinas, pretende explorar contradições e confluências entre o meio (fotográfico) e a imagem do índio brasileiro sob uma perspectiva histórica da fotografia brasileira. A imagem do índio nessa fotografia manifesta-se em três momentos distintos, escreveu o autor. Na fase inicial, no lugar do exótico, o contraditório ao sentido moderno da fotografia durante o Segundo Império. Na segunda fase, as fronteiras entre o etnográfico e o nacional se diluem, nos primeiros 50 anos do século XX, a exemplo da Comissão Rondon/Seção de Estudos do SPI e do fotojornalismo moderno no Brasil da revista O Cruzeiro. No terceiro momento, as manifestações de uma etnopoética das fotografias de Claudia Andujar (na foto, Sonhos, 1…

Corujas

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Para os apreciadores de Corujas :) Updated about an hour ago Coruja é simbolicamente associada com a clarividência, projeção astral, magia negra e branca. Ela é a águia da noite. A noite é amiga da coruja. Ela emite seu som na escuridão e identifica qualquer som estranho. Esta qualidade lhe dá a vantagem quando procura comida. Ela é a caçadora noturna. Nós não ouvimos quando a coruja voa, mas sua caça sabe definitivamente quando ela ataca, pelo seu bico e unhas fortes e afiadas. A Coruja é freqüentemente a medicina dos bruxos e bruxas. Em algumas culturas a coruja é o símbolo da sabedoria, porque ela vê o que os outros não podem. Atena, a deusa da sabedoria tem como companhia no ombro uma coruja, a qual revela ‘a ela todos os segredos ocultos. A coruja conecta com todas as partes do ser, e permite vencer o temor e aprender a qualida…