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Showing posts from June, 2013

Fibonacci e do número Phi - 1,618.

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http://youtu.be/2VuS8JOkr7s

Curta produzido por Cristóbal Vila com apoio da Etérea Studios trazendo informações sobre a dinâmica de organização dos objetos na natureza através da sequência de Fibonacci e do número Phi - 1,618.

Prova cabal que existe consciência em cada partícula, em cada bloco de construção da matéria onde cada consciência individualizada segue seu próprio propósito de realização formando assim o Universo físico que nós conhecemos.

Desapropriar o mundo: sobre “O mal limpo”, de Michel Serres

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a navalha de dalí
http://murilocorrea.blogspot.com.br/2012/06/desapropriar-o-mundo-sobre-o-mal-limpo.html
Desapropriar o mundo: sobre “O mal limpo”, de Michel Serres



“Mergulhado na publicidade, quem, ensurdecido, não percebe um ânus no alto-falante de uma caixa acústica?”
“Lave-se, lave-se bem, só não se lave demais, ficaria doente...”. Michel Serres.
Le Mal propre: polluer pour s’approprier?(O mal limpo: poluir para se apropriar ?), saído em 2008 por Éditions Le Pommier, e traduzido no Brasil por Jorge Bastos em 2011, para a Bertrand Brasil é, em todos os sentidos, um escrito seminal. Se as incessantes migrações de Serres entre o exercício do pensamento e as ciências físicas, químicas e biológicas já não são novidade, Le Mal propre traduz uma renovada força expressiva em seus escritos: motriz criativa que encantava Gilles Deleuze. É a partir da força múltipla do vocábulo propre (que significa, a um só tempo, limpo e próprio) que Serres erige a partir da etologia dos animais inferiores os …

a tese do coelho

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a tese do coelho
http://ensinotec.com/index.php?option=com_content&view=article&id=153:a-tese-do-coelho&catid=27:posts&Itemid=73


A TESE DO COELHO

Num dia lindo e ensolarado, o coelho saiu de sua toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois, passou por ali um chacal e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ficou intrigado com a atividade do coelho e aproximou-se, curioso:


Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?


Estou redigindo a minha tese de doutorado - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.


Hummmm.... e qual é o tema da sua tese?


Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais dos chacais.

O chacal ficou indignado.


Ora !!! Isso é ridículo ! ! ! Nós é que somos os predadores dos coelhos!


Absolutamente ! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.

O coelho e o chacal entram na toca. Poucos instantes depois, ouve-se alguns ruídos inde…

a atemporalidade da contracultura

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a atemporalidade da contracultura
literalmente jovens há mais tempo!


Instituto de Educação da UFMT recebe primeira aluna de estágio doutoral

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ufmt notícias
http://www.ufmt.br/ufmt/site/noticia/visualizar/11542/Cuiaba

Instituto de Educação da UFMT recebe primeira aluna de estágio doutoral Publicado em Notícias | 24/06/2013
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) está recebendo, ao longo do primeiro semestre letivo de 2013, a primeira aluna de estágio doutoral no formato “sanduíche”. Segundo Rita Lourenço, acadêmica que está estagiando na UFMT, o estágio serve para preencher espaços conflituosos em discussões que ocorrem no programa de pós-graduação do qual ela faz parte na Bahia.
É a primeira vez que a UFMT recebe este tipo de estágio e este está sendo realizado juntamente com o grupo de pesquisa em Educação Ambiental. Recebida e orientada pela professora doutora Michele Sato, Rita viu no estágio a oportunidade de cursar disciplinas ministradas pela orientadora. A professora Sato conta que neste tipo de estágio a acadêmica “acompanha um pouco a pesquisa, empiricamente, participa de algumas discussões teóricas, tem uma vi…

Michel Maffesoli:‘Vejo esses movimentos como Maios de 68 pós-modernos’

o globo
http://oglobo.globo.com/pais/michel-maffesolivejo-esses-movimentos-como-maios-de-68-pos-modernos-8786658

Michel Maffesoli:‘Vejo esses movimentos como Maios de 68 pós-modernos’

Michel Maffesoli, pensador francêsO GLOBO / FERNANDO EICHENBERG

Para pensador francês, as manifestações que ocorrem atualmente no Brasil são exemplos de subversões nascidas da espontaneidade emocional em rejeição à política moderna racional programática

PARIS - Com mais de 20 obras publicadas no Brasil — como “A transfiguração do político” e “A dinâmica da violência” —, o sociólogo Michel Maffesoli vê o país como um “laboratório” no fim dos tempos modernos e diz não ter sido surpreendido com a eclosão das manifestações em diversas cidades brasileiras. Conhecedor do Brasil, para onde viaja há mais de 30 anos para conferências e intercâmbios intelectuais, Maffesoli disse que vai “dar uma passada” na manifestação de brasileiros que ocorrerá no fim da tarde de hoje, em Paris, em solidariedade ao movimento. …

Imazon: desmatamento aumenta, degradação diminui

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O Mato Grosso continuou no topo do ranking de desmatamento por estado, concentrando 61% do desmatamento ocorrido neste maio de 2013.
Daniele Bragança e Rafael Ferreira17 de Junho de 2013 Operação do Ibama embarga áreas desmatadas ilegalmente no Pará. Foto: Nelson Feitosa/Ascom Ibama/PA. Em maio, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon  detectou 84 quilômetros quadrados de alerta de desmatamento do tipo corte raso na Amazônia Legal. Leia-se por corte raso, supressão total da floresta. Isso representou um aumento de 97% em relação a maio de 2012 quando o desmatamento somou 42,5 quilômetros quadrados. 

“Mais um mês de ocorrência de aumento, com destaque para o Pará e norte do Mato Grosso e para região da BR-163, local que já vem sendo alvo de várias ações do Ibama”, explica Heron Martins, pesquisador do Imazon. Em Itaituba e Trairão, municípios da região da BR 163, foram desmatados 13,8 quilômetros quadrados e 2,8 quilômetros quadrados, respectivamente.

Mesmo com o fim do período…

paulo freire

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Em de 17 de abril 1997, Paulo Freire concedeu a sua última entrevista, à repórter Luciana Bonamacchi, da TV-PUC, na qual comenta recente Marcha do MST:

“Eu estou absolutamente feliz por estar vivo ainda e ter acompanhado essa marcha que, como outras marchas históricas, revelam o ímpeto da vontade amorosa de mudar o mundo. Essa marcha dos chamados “Sem Terra”. Eu morreria feliz se visse o Brasil cheio, em seu tempo histórico, de marchas. Marcha dos que não tem escola, marcha dos reprovados, marcha dos que querem amar e não podem, marcha dos que se recusam a uma obediência servil, marcha dos que se rebelam, marcha dos que querem ser e estão proibidos de ser. Eu acho que, afinal de contas, as marchas são andarilhagens históricas pelo mundo... O meu desejo, o meu sonho, é que outras marchas se instalem neste país. Por exemplo: a marcha pela decência, a marcha pela superação da sem vergonhice que se democratizou terrivelmente neste país. Eu acho que essas marchas nos afirmam como gente, co…

momentos presenciais das ESCOLAS SUSTENTÁVEIS - Guarantã

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Professora Glauce Viana Souza-Torres
em Guarantã do Norte

momentos  presenciais das ESCOLAS SUSTENTÁVEIS
e lançamento do livro de educação ambiental

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Caminho inverso

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fapesp
http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/06/05/caminho-inverso/

Caminho inverso Estudo indica que árvores da serra da Mantiqueira captam água pelas folhas e a transportam para o solo IGOR ZOLNERKEVIC | Edição 208 - Junho de 2013
© RAFAEL OLIVEIRA / UNICAMP Entre nuvens: neblina se adensa sobre trecho
de mata atlântica na serra da Mantiqueira,
interior de São Paulo De Campos do Jordão Em uma expedição no início de maio à serra da Mantiqueira, o biólogo Paulo Bittencourt parou diante de um córrego de água fria e cristalina numa estrada de terra entre fazendas de criação de ovelhas próximas ao Parque Estadual de Campos do Jordão. “Pode beber que não tem como estar poluída. Essa água vem lá de cima”, disse, apontando para o local onde nasce o riacho, a cerca de 2 mil metros de altitude, em um morro coberto por uma mata de árvores baixas com folhas pequenas. “São riachos assim que descem a serra para alimentar e manter estáveis os rios maiores lá embaixo”, explicou. Paulo faz mestrado na …

Amazônia: Quatro décadas de desmatamento

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Quatro décadas de desmatamento Paulo André Vieira17 de Junho de 2013 Segundo estimativas do INPE e da ONU, no ano de 1970 a floresta amazônica cobria 4.100.000 km² do território brasileiro. Quatro décadas depois, mais de 750.000 km² de floresta foram desmatados, significando que por volta de 20% da floresta existente em 1970 já foi derrubada. 91 % da dessa terra desmatada desde 1970 é usada para pastagem de gado, apesar da Amazônia ser a floresta tropical mais rica em espécies do mundo, com milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de espécies de plantas, milhares de espécies de peixes, pássaros e mamíferos.

Abaixo você pode ver como a paisagem da floresta mudou nessas últimas quatro décadas. Comparando imagens históricas de 1969 disponíveis no Google Earth com imagens recentes das mesmas regiões temos uma visão assustadora do quanto de floresta foi derrubada nesses 44 anos.

Você pode também acompanhar os últimos dados sobre o desmatamento na Amazônia e ler notícias sobre a regi…

Surucucu: a Dona da Noite

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eco
http://www.oeco.org.br/fauna-e-flora/27272-surucucu-a-dona-da-noite?utm_source=newsletter_737&utm_medium=email&utm_campaign=as-novidades-de-hoje-em-oeco


Surucucu: a Dona da Noite Rafael Ferreira13 de Junho de 2013 A Dona da Noite, à espreita nas matas da Concessão de Conservação Los Amigos em Madre de Dios, Peru. Foto: Geoff Gallice
A lenda da tribo Sateré Mawé diz que, depois de criado o mundo, faltou a noite para que pudessem dormir. O índio Uánham, então, decidiu pedir à Surucucu que lhe desse, sabendo que era a Dona da Noite. Levou consigo presentes tentando comprá-la, mas foi recusado repetidas vezes, porque exigiam o uso de pernas e braços, o que a surucucu não tem. Enfim, o índio levou venenos, que a cobra ainda não tinha. Satisfeita, ela lhe concedeu a primeira noite numa cesta, com a recomendação de que só fosse aberta em casa. Uánham desobedeceu a recomendação e a noite escapou.

O índio voltou com mais veneno para Surucucu, em troca da Grande Noite, porque a noite ha…