Monday, 25 March 2013

SBPC defende royalties do petróleo para educação, ciência e tecnologia

j da ciência
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86272


Animais gays não têm pastores homofóbicos

eco
http://www.oeco.com.br/olhar-naturalista/27005-animais-gays-nao-tem-pastores-homofobicos?utm_source=newsletter_662&utm_medium=email&utm_campaign=as-novidades-de-hoje-em-oeco


Um casal de albatrozes-de-laysan executa a dança que é parte de seu namoro, que pode resultar em um casamento para toda a vida. Na ilha havaiana de Oahu, 1/3 dos casais é formado por fêmeas. Foto: Fabio Olmos
Albatrozes são aves gigantescas que brincam com os ventos das piores tempestades e são capazes de percorrer milhares de quilômetros para almoçar. Parceiros fiéis, podem se juntar por toda vida, além de serem longevos e nidificar após os 60 anos de vida. Esses bichos sempre causam admiração e surpresa. Uma delas veio do estudo dos albatrozes-de-laysan Phoebastria immutabilis, uma espécie do Pacífico que nidifica em ilhas do Hawaii.


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Na ilha de Oahu, cerca de 30% dos casais é formado por fêmeas que mantêm uma relação estável (em geral, dura a vida toda) e juntas criam seus filhotes. Como um casal de albatrozes só consegue criar, com sucesso, um filhote a cada temporada, as moças têm que entrar em algum acordo. De fato, ambas têm a chance de ser mães ao longo dos anos de sua relação. Quanto aos pais, estes em geral são senhores casados da vizinhança, cooptados como doadores para as produções não independentes.

Este exemplo de homossexualidade em uma espécie animal é explicável em um contexto evolutivo onde machos são mais raros do que fêmeas (no caso, os machos são 41% da população), e são sempre necessários dois parceiros para criar um filhote. Todavia, não se pode descartar que as moças se juntem simplesmente por gostarem umas das outras, já que namoram e cortejam da mesma maneira que os casais heterossexuais.

Não apenas os albatrozes

Os albatrozes-de-laysan são uma entre cerca de 1.500 espécies animais, de primatas (incluindo o Homo sapiens) a nematoides, que já foram documentadas engajadas no que tecnicamente se chama comportamento homossexual. A homossexualidade feminina parece especialmente comum em aves marinhas, porém há espécies de lagartos que dispensaram totalmente os machos. Nesse caso, existem apenas fêmeas partenogenéticas que precisam realizar “pseudo-cópulas” para ovularem (nenhum mamífero é capaz de nascimentos virgens, apesar de algumas histórias, e mesmo se fosse os bebês também seriam fêmeas).

Entre machos, há exemplos de uniões estáveis entre pinguins, abutres e cisnes-negros. Os últimos podem parear com fêmeas em um ménage que dura até os ovos serem postos. A(s) fêmea(s) é(são) então expulsa(s) e os rapazes criam os filhotes com um sucesso maior que o de casais heterossexuais. 

Entre os mamíferos, há carneiros domésticos que se recusam a copular com ovelhas, fazendo-o apenas com outros carneiros (o que está associado a diferenças neurológicas), botos-cor-de-rosa que gostam desexo nasal, e girafas, elefantes e leões que podem dedicar-se ao sexo homossexual com frequência até maior que ao sexo heterossexual.

Os exemplos são variados e há uma série de explicações idem, de estratégias que maximizam o sucesso reprodutivo em determinadas circunstâncias (como entre as albatrozes) a comportamentos que emergem da interação entre a plasticidade neuronal e a ação de hormônios. Além, é claro, do fato óbvio de sexo ser divertido e os bichos – sem as travas culturais humanas - gostarem do que fazem.

Estes comportamentos são certamente escandalosos para pessoas como Marco Feliciano, deputado e pastor evangélico, que hoje macula a presidência da Comissão de Direitos Humanos de nossa já muito maculada Câmara dos Deputados. Se as albatrozes fossem gente, ele certamente negaria o direito ao reconhecimento de sua união e da maternidade conjunta de seus filhotes. 

Comportamentos que parecem “imorais” aos olhos de alguns são inconvenientes para quem ignora os últimos dois milênios de filosofia e ainda acha que a Natureza reflete a mente de um Criador que pensa da mesma maneira que seus “representantes”. Entretanto, e curiosamente, essas pessoas costumam usar a palavra “antinatural” para condenar aquilo do que discordam.

A verdade é que a Natureza é amoral. Invocá-la como guia da moralidade humana é artifício retórico das ideologias, basta uma leitura seletiva. 

Muita água correu embaixo da ponte entre a teocracia do ano 538 AC e o Iluminismo, quando surgiram os conceitos sobre direitos e garantias individuais que servem de base das relações entre as pessoas, e destas com o Estado.

Reconhecer que todos têm direito à felicidade e assegurar direitos e deveres comuns para que cada indivíduo busque a sua - independente da crença, orientação sexual e posição social - é um dos maiores avanços da civilização ocidental. E também um dos mais frágeis. 

Estes princípios, com o amparo informado da disciplina cabível ao caso, e não preconceitos justificados por alguma fé, é que devem nortear o desenvolvimento de leis e sua aplicação pelo Estado em assuntos como uniões homoafetivas, células-tronco e aborto, para citar exemplos onde preconceitos têm contaminado a discussão e atrasado o bonde da História.

Infelizmente, existem sempre falsos profetas por aí que querem impor sua visão de mundo a quem dela não compartilha, apelando para a vontade divina e o que é “natural”.

Sunday, 24 March 2013

Divulgação científica: para quem e por quem?

uol notícias
http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/divulgacao-cientifica-para-quem-e-por-quem


Divulgação científica: para quem e por quem?

Apesar do consenso entre pesquisadores e agências de fomento quanto à necessidade de realizar atividades para divulgar a ciência, muito se discute sobre como fazer isso da forma mais eficaz possível. Em sua centésima coluna, Alexander Kellner comenta alguns aspectos da questão.
Por: Alexander Kellner
Publicado em 08/03/2013 | Atualizado em 08/03/2013
Divulgação científica: para quem e por quem?
Cientistas e gestores estão cada vez mais conscientes da importância da divulgação científica. Mas como deve acontecer o diálogo entre ciência e sociedade? (montagem: Marcelo Garcia)
Existe um sentimento cada vez mais enraizado na comunidade de pesquisadores, assim como entre os responsáveis pela criação e implementação de políticas públicas, de que é preciso uma maior integração entre ciência e sociedade. A julgar pelos discursos de cientistas e políticos e por diversas iniciativas do CNPq e das fundações de amparo à pesquisa dos estados (FAPs), essa necessidade parece consensual. No entanto, o consenso acaba por aí. As divergências sobre como esse diálogo deve acontecer são inúmeras e vão desde o público a ser enfocado até quem deveria se encarregar dessa tarefa.
Um bom exemplo da importância desse tema pôde ser visto na recente reunião da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), realizada no Rio de Janeiro no final de fevereiro. Esse organismo internacional, que reúne 106 academias de ciências ao redor do mundo, dedicou parte de suas atividades à discussão do que foi denominado alfabetização científica e de como esta poderia ser aperfeiçoada.
Tanto essa reunião da IAP como as opiniões de diversos segmentos deixam claro que o primeiro ponto a ser destacado quando o assunto é divulgação científica é o público-alvo. Parece óbvio, mas nem sempre é levado em conta que existem públicos distintos, com interesses diversificados e, sobretudo, com realidades próprias. Ensinar ou falar de ciência para um adulto é totalmente diferente do que fazer o mesmo para uma criança – algo evidente.
É fundamental para quem deseja falar sobre ciência para o público não especializado ter um bom conhecimento do que realmente importa para o grupo que pretende atingir
Mas apresentar ciência para um público formado por adultos de mesma faixa etária e nível social também não tem uma fórmula única. Uma notícia sobre pesquisas que ajudam a detectar determinada doença pode, ao mesmo tempo, ser totalmente irrelevante ou despertar grande interesse, o que está diretamente relacionado ao fato de o receptor da informação viver ou não em uma região afetada pela enfermidade.
Um bom exemplo dessa dinâmica ocorreu quando um novo dinossauro do Chile (Atacamatitan chilensis) foi descrito. No Brasil, o feito praticamente não repercutiu, mas no país onde o dinossauro foi descoberto, houve grande e positiva repercussão.
Portanto, embora haja outros aspectos a serem considerados com relação ao público-alvo, é fundamental para quem deseja falar sobre ciência para o público não especializado ter um bom conhecimento do que realmente importa para o grupo que pretende atingir.

Direto da fonte

Um ponto que costuma gerar muita polêmica é quem seria o ator mais indicado para se comunicar com o público. Muitos defendem que os próprios pesquisadores, aqueles que geram os resultados da pesquisa, devem fazer isso. Iniciativas como a da Faperj, que determina que quem faz parte do programa Cientistas do Nosso Estado deve realizar alguma atividade em escola pública do Rio de Janeiro, são muito interessantes e louváveis.
Oficina de biologia
A realização de atividades de divulgação científica, como oficinas voltadas para crianças e jovens, tem sido valorizada pelas agências de fomento brasileiras. (foto: Marcelo Garcia)
Já o CNPq finalmente reconheceu que atividades de divulgação também seriam um ponto importante na carreira do pesquisador, que agora conta com um item específico no seu currículo Lattes para listar essas realizações. Mesmo que estas não sejam avaliadas de forma clara, a iniciativa é um passo adiante para tentar fazer com que a ciência dialogue com a sociedade.
Porém, há que se ter certo cuidado. Não deve ser novidade para ninguém que nem todos os cientistas são necessariamente bons educadores de ciência. Gosto de dizer que existem pesquisadores que nunca deveriam sair dos seus laboratórios para falar com o público. Já vi muitos brilhantes cientistas (inclusive quando eu era aluno) que não têm a menor vocação para falar sobre a sua pesquisa com outros que não sejam os seus pares.
Ao meu ver, não existe nada de errado com isso. Portanto, o cientista não deve ser obrigado a realizar atividades com o público. Quando se concede auxílio para o desenvolvimento de projetos, o que se quer, em última instância, é que eles produzam avanços em suas respectivas áreas. Além disso, uma palestra para alunos, por exemplo, pode ser bastante motivadora, mas também pode causar o efeito contrário.
Ainda no caso de o pesquisador agir como divulgador da ciência, os cursos de pós-graduação poderiam ser estimulados a oferecer uma matéria em que o cientista aprendesse como divulgar um resultado científico ou mesmo que postura adotar ao dialogar com o público em geral ou com os profissionais da mídia sobre o assunto.
Existem também diversos profissionais que estariam – ou deveriam estar – habilitados a fazer essa interface entre ciência e sociedade e que não necessariamente são cientistas. Entre os principais estão os professores dos ensinos fundamental e médio.
Infelizmente no Brasil, assim como na grande maioria dos países, o ensino de ciências para estudantes em geral é bastante deficitário
Infelizmente no Brasil, assim como na grande maioria dos países (como ficou bem claro na reunião da IAP), o ensino de ciências para estudantes em geral é bastante deficitário. Os problemas não são apenas as condições das escolas, mas também os próprios professores, que não se sentem valorizados diante de uma remuneração bem inferior ao condizente com suas responsabilidades. Na maior parte dos casos, a ciência acaba sendo limitada a conceitos gerais, com abordagem muito superficial, de matemática, física, química e alguma coisa de biologia.
Para mudar esse quadro, os formadores de políticas públicas devem ter em mente que dar uma melhor formação a esses professores e reconhecer que eles podem fazer uma verdadeira diferença na visão das crianças (curiosas por natureza) sobre o universo científico é de capital importância para a disseminação da ciência a médio e longo prazos.

Elo entre ciência e sociedade

Outro profissional que pode agir na interface cientista-público é, obviamente, o jornalista científico. Nesse sentido, vale a pena consultar excelente entrevista com Reinaldo José Lopes, da Folha de São Paulo, recentemente publicada no blogue Dissertação sobre Divulgação Científica.
Na entrevista, fica claro que o jornalismo científico experimentou avanços nos últimos anos, mas ainda há muito a se fazer. A começar pelas redações dos jornais, que em sua maioria não têm editoria fixa de ciência, e pelo limitado espaço dado a notícias relacionadas ao tema. Não vamos nem falar dos programas científicos nas televisões, praticamente inexistentes ou então apresentados em horários que são tudo menos nobres...
De qualquer forma, somente o fato de existir diálogo e discussão a respeito da divulgação científica já mostra que estamos avançando. Naturalmente não posso deixar de incluir aqui o meu mantra habitual da necessidade de investimentos expressivos nas exposições dos museus.
Exposição de fósseis
Exposição de fósseis no Museu Nacional/UFRJ, maior instituição brasileira de paleontologia. Esse tipo de atividade pode complementar o ensino de ciências. (foto: Alexander Kellner)
Não é novidade que esse tipo de instituição atua (ou pode atuar) na complementação do ensino de ciências para os alunos dos ensinos fundamental e médio, além de ter o potencial de passar conhecimento de uma forma muito agradável. Mas, se a exposição não for de boa qualidade e adequada aos tempos modernos (criativa, com possibilidade de interatividade, boa iluminação etc.), seu efeito pode ser o mesmo de uma palestra proferida por alguém com dificuldades de se comunicar com o público não especializado.
Aliás, falando em tempos modernos, tem sido muito discutido o papel da internet na divulgação científica e o fato de que hoje todo mundo pode, de certa forma, atuar como ‘repórter’ e propagar informações. Mas essa já é outra história...
Para finalizar, não poderia deixar de agradecer, nesta que é a coluna de número 100, à equipe da Ciência Hoje On-line, em especial ao Bernardo, fundamental na fase inicial da coluna, e a Carla e Thais, que editam e fazem inúmeras sugestões. Afinal, desde dezembro de 2004 a coluna tem sido publicada mensalmente, de forma contínua, o que não seria possível sem esse auxílio e apoio.
Por último, gostaria de fazer um agradecimento especial aos leitores, que, finalmente, são a razão de ser desse projeto!

Alexander Kellner
Museu Nacional/UFRJ
Academia Brasileira de Ciências

Paleocurtas

As últimas do mundo da paleontologia
(clique nos links sublinhados para mais detalhes)

Friday, 22 March 2013

GPEA realiza colóquio com grupo de japoneses em visita à UFMT



Publicado em Notícias | 21/03/2013

Foi realizado ontem (20), à tarde, no Instituto de Educação (IE) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus de Cuiabá, o Colóquio do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA), do qual participou o grupo de estudantes japoneses da Universidade Tokai. Eles estão, nesta semana, em visita à UFMT. O evento contou com a presença da reitora Maria Lúcia Cavalli Neder, que fez as honrarias oficiais ao grupo de graduandos da universidade japonesa, interessados no programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFMT. No evento, foram feitas apresentações das atividades ligadas à educação ambiental, realizadas tanto aqui quanto no Japão. O professor Vitale Joanoni Neto, do Departamento de História do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), apresentou aos visitantes um pouco da história de Mato Grosso.
Na ocasião, foram feitas exposições de fotos, tanto da experiência da visita do grupo ao Brasil, quanto de atividades realizadas na área de educação ambiental, desenvolvidas aqui e no Japão. Segundo o professor da Universidade Tokai, Daisuke Onuki, antes de chegar a Cuiabá o grupo passou cinco dias em São Paulo, onde visitou a favela de Monte Sul e uma escola na cidade de Campinas. Nesses locais, foram desenvolvidas pelo grupo atividades como a arte de tingimento natural, aprendida no Japão e, ali, eles aprenderam sobre o uso de flores brasileiras. Segundo o professor, que morou no Brasil durante dez anos, essa é uma experiência muito rica para os jovens, uma vez que proporciona a abertura de suas vidas para o mundo. Ele falou, ainda, sobre o povo do Brasil, que ao mesmo tempo em que possui uma cultura oposta à deles, a complementa com conhecimentos.
Os estudantes japoneses explicaram ainda o trabalho de Educação Ambiental que realizam junto a escolas brasileiras, que segundo eles, não são reconhecidas pelo governo japonês e por isso, encontram pouco incentivo e dificuldades para se mantenham. Assim, desenvolvem junto a elas um trabalho voluntário voltado para crianças brasileiras, baseado em atividades como passeios e acampamentos multiculturais e ensino de disciplinas como ciências, biologia e língua japonesa.
Segundo a reitora, nos últimos anos a UFMT tem como um de seus propósitos a ampliação do programa de intercâmbio de estudantes e “essa visita é uma ótima oportunidade para reforçar os laços entre os dois países”. Maria Lúcia mostrou-se feliz com a presença dos acadêmicos do Japão e se colocou à disposição para conversações. Esta é a primeira vez que eles visitam a UFMT, mas outros grupos japoneses já estiveram aqui antes. Desde 2008 a Universidade Tokai conta com o curso de Licenciatura em Educação Ambiental e mantém convênio de cooperação com a UFMT.
Um dos integrantes do grupo, Kazuki Kaneko,que vem o Brasil pela primeira vez, conta que se surpreendeu com a imensidão natural que viu no Brasil, especialmente em Chapada dos Guimarães. Conta que está adorando a visita a Cuiabá e à UFMT e espera voltar em breve. Destaca a preocupação e valorização que os brasileiros demonstram, não só com a natureza, mas uns com os outros, valor que levará como experiência para o seu país.

fonte: www.ufmt.br

Wednesday, 20 March 2013

Estudantes japoneses participam de colóquio hoje na UFMT

ufmt
http://www.ufmt.br/ufmt/site/index.php/noticia/visualizar/10226/Cuiaba


Estudantes japoneses participam de colóquio hoje na UFMT

Publicado em Notícias | 20/03/2013
 Um grupo de 14 estudantes japoneses chegou à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus de Cuiabá, esta semana. Eles são alunos da Universidade Tokai, no Japão, e têm interesse no programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), em especial na área de Educação Ambiental, liderado pela professora do Instituto de Educação (IE), Michele Sato. O grupo é acompanhado pelo professor de Relações Internacionais da Universidade Tokai, Daisuke Onuki. Na Universidade Tokai, a UFMT oferece curso de Pedagogia para formação de professores que dão aulas para brasileiros que vivem no país. O ministro da educação deverá participar da colação de grau dessa turma em agosto.
Agora de manhã os estudantes fazem uma visita à escola Estadual José Leite de Moraes, em Várzea Grande, que já tem, em andamento, atividades engajadas no programa de educação ambiental da UFMT. Às 15h, participarão do Colóquio do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA), no qual serão feitas as honrarias oficiais ao grupo, pela reitora da Universidade, Maria Lúcia Cavalli Neder. No evento serão feitas apresentações das atividades ligadas à educação ambiental, realizadas tanto aqui quanto no Japão. O colóquio será no Auditório do IE – Sala 67. Amanhã (21), às 08h30, no Departamento de História do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da UFMT, o professor Daisuke ministrará uma palestrasobre educação.

Segundo a professora do IE, Michèle Sato, trata-se de um grupo de jovens irreverentes e nada tímidos. Os estudantes chegaram a Cuiabá no último sábado (16) e desde então já conheceram o município de Chapada dos Guimarães, Parque Nacional inserido na Reserva da Biosfera do Pantanal, e o Sesc Pantanal, no município de Poconé (100 Km de Cuiabá), uma Reserva Particular do Patrimônio Nacional (RPPN) onde a UFMT mantém uma base de pesquisas.

fotos da chapada dos guimarães
~ michèle sato & lúcia kawahara
Visible to: Limited(Unlocked)
 -  145 photos  -  17 March 2013

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