Sunday, 4 September 2011

LUIGI TEIXEIRA DE SOUSA - ABRIL 2011





LUIGI TEIXEIRA DE SOUSA
7º ano, ensino fundamental
Escola Livre Porto Cuiabá


abril 2011 - São Pedro de Joselândia (vazante)


RELATÓRIO DE CAMPO:
Os animais do Pantanal na época da vazante


Os animais do Pantanal

Em São Pedro de Joselândia, os animais parecem que não tem “dono”, por causa que os donos dos animais os deixam andar livremente pela cidade como se fossem animais sem dono.

A uma grande variedade de animais no Pantanal, como os cavalos, os pica-paus, os cachorros, as galinhas, gatos e etc...



Os cavalos do pantanal

Os cavalos do Pantanal tem os cascos mais duro e resistente do que o cavalo comum, para que ele possa se adaptar às áreas úmidas na época da cheia.




As aves do Pantanal

No Pantanal a uma enorme variedade de aves, e entre elas estão os pica-paus, os tuiuiús, tucanos, galos(linhas) e etc...



Os répteis do Pantanal

Os répteis do Pantanal são os jacarés, calangos, cobras, entre outros.



Os anfíbios do Pantanal

Os anfíbios do Pantanal são os sapos, rãs, pererecas e etc...




Os caranguejos do Pantanal

Os caranguejos do Pantanal aparecem no final da cheia e começam a desaparecer na vazante pois é na vazante que a água começa a secar pela falta de chuva.

Na vazante e na seca é possível ver os esqueletos secos dos caranguejos no chão, porém, no inicio da vazante ainda é possível achar caranguejos vivos.



Tuesday, 23 August 2011

indígenas - milênio


fonte: OPAN
http://www.amazonianativa.org.br/noticia.php?id=86
INDÍGENAS DISCUTEM ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS DO CLIMA
23/08/2011  Cuiabá, MT - 

Durante oficina para elaboração de caderno sobre Avaliação Ecossistêmica do Milênio, diversos povos demonstraram que as respostas estão numa gestão séria dos territórios indígenas e de seu entorno.




“Nós estamos ilhados. Semana passada bateu uma ventania como eu nunca tinha visto e deixou a nossa terra vermelha. O agrotóxico das lavouras que nos cercam entrou e nos contaminou. Nós sabemos que ele não vem só pelo avião, vem pela poeira também. E, na época da chuva, ele vem pelos rios. Antigamente não tinha isso”. As palavras do cacique Manoel Kanuxi, do povo Manoki, calaram os participantes de uma oficina realizada na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Os Manoki, além de representantes Nambikwara, Kayabi, Myky e Xavante, estiveram reunidos de 17 a 19 de agosto para construir coletivamente o conteúdo do fascículo sobre povos indígenas da Avaliação Ecossistêmica do Milênio, o maior estudo já realizado sobre as consequências das mudanças nos ecossistemas.

A proposta de difundir em Mato Grosso o conteúdo dos relatórios científicos da Organização das Nações Unidas (ONU) partiu do Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental (GPEA), da UFMT, que elaborou cadernos sobre as ações necessárias para assegurar a conservação e o uso sustentável do meio ambiente voltados a comunidades, jovens e tomadores de decisão. Os povos indígenas, que tradicionalmente conseguem viver sem causar declínio nos recursos naturais, não poderiam ficar de fora dessa iniciativa.

Eles foram convidados através de uma parceria entre a OPAN e a Rede Mato-grossense de Educação Ambiental (Remtea), GPEA e Instituto Caracol para demonstrar seu modo de vida, sua visão, os conflitos que os ameaçam, suas propostas para enfrentá-los e seus sonhos em mais um fascículo da série que pretende influenciar as políticas públicas. A oficina e a elaboração do fascículo são apoiados pelo Projeto Berço das Águas, da OPAN, um patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Ambiental. “A ideia é que esse material suscite reflexão, mudança de comportamento a partir da experiência que eles compartilham, mas, sobretudo, que eles se fortaleçam enquanto organização”, comentou a educadora ambiental Imara Quadros, do GPEA.

A oficina

A primeira parte da oficina foi uma palestra do ecólogo australiano e especialista em áreas úmidas, Max Finlayson, da Universidade Charles Sturt. “Ele falou como a Ciência é arrogante e não compreende outras linguagens. Mas os cientistas podem aprender com as comunidades para serem mais sensíveis. Isso foi muito fascinante”, avaliou a educadora ambiental Michèle Sato, do GPEA, que faz parte da rede mundial da ONU “Sub-Global Assessment”.

Nos dois dias seguintes, os indígenas reforçaram seu posicionamento em relação à necessidade de políticas sérias de gestão de seus territórios e do entorno das terras indígenas. “São preocupantes as visões de progresso do governo. O não índio tem sua lei, mas não está cumprindo. Cada fazendeiro podia perfeitamente deixar uma porcentagem de sua área para garantir a proteção das matas. Mas o homem branco acaba com tudo, não respeita a lei”, disse o cacique Kanuxi.

“Queremos nossas terras seguras e demarcadas, pois sem ela não sobrevivemos. Mesmo sem perceber, os não índios se beneficiam do nosso território porque, se depender deles, tudo será detonado. Um fazendeiro outro dia falou que a nossa área era dele e retirou as placas da terra indígena. Tudo isso é ruim. Ele não sabe o que está fazendo”, disse Bernardino Realino, do povo Manoki. “Onde tinha mata fechada, o branco derrubou tudo para colocar boi. Ficou mais quente. Os peixes sumiram. Como querem que a gente viva assim?”, questionou o cacique Janaxi, do povo Myky.

Os impactos no entorno das terras indígenas deixaram de ser, na percepção dos índios, apenas pontuais. “Os empreendimentos vêm atropelando tudo. O PAC é uma das nossas preocupações. Nós, indígenas, junto com outras minorias afetadas, não temos voz para nada. Quem está fazendo tudo isso é o próprio governo. Há 30 anos, você chegava à nossa terra e só via mata. Demorava muito para chegar e só tinha Cerrado. Hoje asfalto passa na porta da aldeia. Tem lavoura de soja e algodão bem do lado. Da aldeia se enxerga grandes armazéns e até subestação de energia. Tudo isso é um problema”, diz Bernardino.

Essa degradação generalizada tem afetado de forma crucial a continuidade da realização de rituais, entre diversos povos indígenas. “Nós fazemos as grandes caçadas no tempo dos rituais, mas dentro da nossa reserva podemos ficar o dia inteiro sem encontrar mais nada. Parece que as hidrelétricas vêm para melhorar a nossa vida, mas nos sentimos cada vez mais imprensados. Veja o rio Cuiabá como está. Parece tudo barro. Será que é isso que queremos para a nossa região?”, questiona José Francisco Jamaxi, do povo Manoki.

“Nesse contexto de gravíssimas ameaças à vida no planeta, a Avaliação Ecossistêmica do Milênio tem grande interesse em também fazer estudos sobre os saberes indígenas, seu modo de vida e suas inter-relações. Não é a só a ciência que produz conhecimento. E isso tem que ser valorizado pelos tomadores de decisão”, disse Adriana Werneck Regina, socióloga e membro da OPAN e do GPEA. “Este caderno vai ser muito bom, mas precisamos avançar nisso. Vamos colocar aqui que há pessoas que estão fazendo mal ao meio ambiente, mas qual é a política para eles? Para o entorno das nossas terras?” provoca o estudante nambikwara José Angelo. “Hoje nós estamos nos protegendo desse calor em Cuiabá com o ar condicionado. Até quando vamos conseguir viver nesse clima artificial? Enquanto a minoria luta por uma vida mais saudável, a maioria nem liga. Estamos vivendo a ilusão da ganância. Está faltando amor à vida”, conclui Giovani Tapura, um jovem Manoki.

OPAN

A OPAN foi a primeira organização indigenista fundada no Brasil, em 1969. Atualmente suas equipes trabalham em parceria com povos indígenas do Amazonas e do Mato Grosso, desenvolvendo ações voltadas à garantia dos direitos dos povos, gestão territorial e busca de alternativas de geração de renda baseadas na conservação ambiental e na manutenção das culturas indígenas.

Contatos com imprensa

Andreia Fanzeres: +55 65 33222980 / 84765620
Email: comunicacao@amazonianativa.org.br
OPAN – Operação Amazônia Nativa
http://www.amazonianativa.org.br

Monday, 25 July 2011

TEEB - materiais

fonte: http://www.teebweb.org/InformationMaterial/PresentationTools/tabid/1053/Default.aspx

RELATÓRIO TEEB - portugues:

http://www.teebweb.org/Portals/25/TEEB%20Synthesis/TEEB_Sintese-Portugues_web[1].pdf


Presentation Tools

Session 2
Dealing with the challenge of biodiversity loss, climate change and land degradation: the TEEB scientific approach, tools and methodologies
Monday, 25 October 2010 | Time: 11.30 – 12.45|
Ecosystems and climate change pavilion, room 211A Level 1, Building 2, Nagoya Congress Center 
  

The economic valuation of ecosystem services is a rapidly growing field, with increasing interest from both researchers and policy makers. This TEEB session synthesizes state of the art knowledge on a range of issues, concepts and methodologies that are central to applying economic valuation to ecosystems services and biodiversity.

Hosted by the Netherlands Environmental Assessment Agency


Session 1
TEEB 4 Me: communicating the value of Nature
Monday, 25 October 2010 Time: 10.00 – 11.15|
Ecosystems and climate change pavilion, room 211A Level 1, Building 2, Nagoya Congress Center
  

As the business sector and policy makers at both the national and local level incorporate the value of nature into decision-making, they are faced with the challenge and opportunity of raising awareness of this concept amongst citizens and consumers. Professionals from advertising, the media and the NGO sector explore how to communicate the value of nature using channels from film, advertising and journalism to social media. This session also includes the screening of the winner of the social cause category of the MOFILM Awards.



  

TEEB = andré trigueiro

fonte:
http://g1.globo.com/platb/globo-news-cidades-e-solucoes/2011/07/21/quanto-vale-a-natureza/


Quanto vale a natureza?

qui, 21/07/11
por Marina Saraiva |





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“Tornar visível o invisível”. Assim o economista indiano Pavan Sukhdev explica a missão da metologia TEEB – A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade – desenvolvida para atribuir valor econômico aos serviços prestados pela natureza. Incontáveis benefícios gerados pelo trabalho silencioso e constante dos ecossistemas e da biodiversidade: polinização, regulação do clima, fertilidade do solo, bem-estar… Serviços que, apesar de fundamentais, não entram no cálculo convencional da riqueza de uma nação, não fazem parte do planejamento estratégico de uma cidade ou de uma atividade econômica.

No site do TEEB, você encontra os relatórios que explicam em detalhes a metodologia, que foi apresentada na COP 10, em Nagoia, no ano passado, e vem sendo usada pela ONU para valorar os serviços ambientais (o site é em inglês, mas alguns relatórios estão disponíveis também em português). O Brasil, que pode ser considerado o país mais rico do mundo em termos de capital natural, já prepara um relatório TEEB nacional (clique aqui para saber mais).

teeb

Florestas: para salvá-las é preciso conhecer seu valor
http://www.oeco.com.br/reportagens/25205-florestas-para-salva-las-e-preciso-conhecer-seu-valor



Buritis: ONU acredita que uso sustentável de florestas pode ajudar a reduzir a fome no mundo. Fotos: Vandré Fonseca
Seria muito mais fácil entender o valor da floresta se nós compreendêssemos o mundo como os Yanomami. Para eles, as árvores mais altas sustentam o firmamento e sem as florestas o céu desabaria sobre o mundo. Mas nossa sociedade não acredita que o céu possa desabar, pelo menos literalmente, e só é capaz de compreender a importância de alguma coisa quando traduzida em cifras.

E é justamente desta fixação por cifras que vêm as grandes ameaças às florestas atualmente. De acordo com aOrganização Internacional de Madeira Tropical (ITTO, em inglês), a elevação dos preços de alimentos e combustíveis são uma ameaça na Amazônia, Congo e Sudeste Asiático, onde estão as maiores áreas de matas tropicais do planeta. Sem calcular um valor monetário para as florestas, derrubá-las ainda vai continuar a ser encarado como um investimento maior do que preservá-la.

Para a ITTO, o valor da floresta pode ser traduzido no potencial madeireiro que ela mantém. Explorar este potencial de forma sustentável seria então a alternativa para conservá-la e ao mesmo tempo usá-la de forma lucrativa. O problema é o baixo preço da madeira tropical, que prejudica as iniciativas de certificação.

“Os preços da madeira são geralmente baixos ao mesmo tempo em que os preços dos alimentos e os biocombustíveis aumentam rapidamente”, afirma o vice-diretor da Fundação Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação Internacional, Jürgen Blaser, um dos autores do relatório. “Mas nos países ricos, os consumidores parecem dispostos a pagar significativamente mais elevados preços da madeira certificada ou com legalidade verificada”, completa.

O engenheiro florestal Niro Higuchi, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), concorda que a exploração sustentável da madeira é um caminho para preservar a floresta , inclusive na Amazônia. Para ele, a floresta é um recurso que deve ser utilizado com cuidados e em benefício de quem vive na região. Higuchi coordena estudos que buscam melhorar o aproveitamento da madeira retirada da floresta e desenvolver produtos com alto valor agregado.

Para ele, uma árvore pode valer muito mais do que dezenas de hectares explorados mesmo de forma sustentável, basta saber aproveitá-la. Ele cita o exemplo de instrumentos de madeira da Amazônia, que utilizam pouquíssima matéria-prima e podem custar mais de R$ 1.500,00. Higuchi faz uma comparação entre pratos de madeira, vendidos em lojas especializada em Manaus com o preço do metro cúbico de madeira nas serrarias. Um metro cúbico de boa madeira pode custar R$ 1.500,00. Com esta mesma quantidade de matéria-prima, podem ser produzidos mais de 500 pratos, vendidos cada um por R$ 100,00, num valor total de R$ 50.000,00.

O pesquisador não descarta a produção de madeira na Amazônia, mas critica a concessão de florestas públicas para a iniciativa privada. “Estamos oferecendo produto ao mercado, e com isto reduzindo o valor”, afirma. “A exploração deveria ser feita em propriedades particulares e não em terras públicas”, completa. Ele é um crítico da certificação, mas defende o cumprimento da legislação brasileira na exploração da madeira.

Manejo sustentável

Nos últimos cinco anos, áreas de florestas tropicais sob manejo sustentável cresceram 50%, segundo a ITTO. Mas 90% delas estão mal gerenciadas ou não tem nenhuma forma de administração. Iniciativas que remuneram os serviços ambientais e conservação da biodiversidade são vistos como alternativas para que a conservação das florestas seja mais atraente economicamente do que derrubá-las.

O relatório preparado pela ITTO e pela Organização Mundial de Alimentação (FAO) para a Cúpula de Brazzavile, República do Congo, em junho, apresenta uma série de dados que demonstra o desperdício atual e a incapacidade dos países que têm florestas de aproveitar seu potencial econômico. A perda de florestas, só na década passada, por exemplo, reduziu o total de carbono que estocam em 1,2 gigatoneladas, segundo estimativa publicada no relatório.

O ritmo de destruição nas três grandes florestas tropicais está caindo, conforme a publicação. Entre 2000 e 2010, segundo o relatório, 5,4 milhões de hectares de florestas foram derrubadas em média por ano, entre 2000 e 2010, um ritmo 24% menor do que na década anterior, quando 7,1 milhões de hectares de florestas eram destruídos por ano.

Infelizmente, a América do Sul contribuiu com a maior parte desta derrubada. Mais da metade do desmatamento de florestas tropicais no mundo ocorre na Amazônia. A região perdeu cerca de 3,6 milhões de hectares, por ano, de matas na década passada. No Sudeste Asiático, o ritmo de perda foi de 1 milhão de hectares anuais. E na Bacia do Congo, 700 mil hectares por ano.

O relatório indica ainda que não sabemos aproveitar estas florestas economicamente. Apenas 3,5 por cento do total de florestas é manejada de forma sustentável. Menos de 1% tem tem algum tipo de certificação. Porém o espaço destinado para conservação da diversidade biológica está aumentando e quase 200 milhões de hectares de florestas (18%) na Amazônia, Congo e Sudeste Asiático estão demarcados como áreas protegidas.

“Infelizmente mercados que remuneram tais serviços, onde eles existem, continuam na sua infância. Em face de pressões econômicas e sociais para converter terras florestadas para outros fins”, diz o relatório, assinado pelos representantes da FAO, Eduardo Rojas-Briales, e da ITTO, Emmanuel Ze Meka. “É essencial que todos os valores das florestas tropicais sejam reconhecidos e adequadamente recompensados para promover sua conservação e o manejo sustentável”, continua o texto.

Redução da pobreza

Para o Programa Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), as florestas podem ajudar a reduzir a pobreza no mundo. Em um relatório apresentado no mês de junho, o Pnuma calcula que acrescentar US$ 40 bilhões por ano ao que já é investido no setor florestal poderia criar milhões de empregos, e ao mesmo tempo reduzir pela metade o desmatamento até 2030 e aumentar o plantio de árvores em até 140% até 2050.

O valor equivale a dois terços do que é investido atualmente e poderia também aumentar em 28% a quantidade de carbono retirada hoje da atmosfera pelas florestas. Para o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, investimentos no setor florestal podem ajudar a transição para uma economia que emita menos carbono. "A iniciativa Green Economy identificou o setor florestal como um dos dez capazes de impulsionar a transição para uma baixa emissão de carbono", afirma.

A iniciativa da Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade (TEEB, em inglês), que inclui os oito países mais ricos do mundo e as cinco maiores economias em desenvolvimento, já calculou por exemplo que os danos provocados pelo homem à natureza em todo o mundo podem custar entre entre US$ 2 trilhões e US$ 4 trilhões. O relatório preliminar da TEEB, que deve dar uma visão mais ampla sobre o valor da conservação, e das florestas, será apresentado em junho do ano que vem, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20).

No território brasileiro também estão sendo realizados estudos semelhantes. A TEEB Brasil é realizada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Pnuma e Conservação Internacional do Brasil. "O que se espera do estudo e uma maior eficiência e coerência na gestão dos recursos naturais do Brasil, contribuindo para o desenvolvimento local e regional", explicou o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias.

O desafio é mostrar que para desenvolver a região não é necessário destruir a floresta. Aliás, o desmatamento não tem contribuído para que a Amazônia, por exemplo, se torne mais desenvolvida. Higuchi destaca que 70 milhões de hectares de florestas brasileiras já foram desmatados, sem que gerassem desenvolvimento. Ele defende que estas áreas podem ser aproveitadas para a produção, sem que o desmatamento continue. “Mesmo que a gente venha a proteger só por proteger, sem buscar resultados econômicos, já estamos mantendo a biodiversidade. Mesmo não tendo resultados hoje, as gerações futuras vão nos agradecer a gente”.

Corte de madeira em área de manejo comunitário na Reserva Sustentável de Uatumá, Amazonas: apenas 3,5% das florestas são manejadas. Fotos: Vandré Fonseca

Saturday, 23 April 2011

São Pedro de Joselândia


Registro da pesquisa de campo realizada em 11 de fevereiro de 2011.





Imara Quadros, Doutorando em Educação,



Lúcia Kawahara, Doutoranto em Educação,



Michèle Sato, Profa. Dra em Ecologia.


Com a participação de João e Lui.





Fotos da equipe de pesquisa.

Informações sobre o nosso projeto



O Projeto é coordenado pela Profª Michèle Sato, e por pesquisadores da UFMT e demais instituições parceiras













A área de pesquisa São Pedro de Joselândia, onde os grupos realizam as seguintes pesquisas:

1. comunicação e arte;
2. Biorregionalismo, territórios e conflitos;
3. Avaliação Ecossistêmica do Milênio.



O INAU possui 5 laboratórios diferentes e o site oficial do projeto é: