Friday, 16 December 2011

4/8 REL.2011 5.2 - territórios, identidades, trabalho e conflitos



SUBPROJETO 5.2 - TERRITÓRIOS, IDENTIDADES, TRABALHO E CONFLITOS

PESQUISADOR/A
STATUS
OBJETO INVESTIGATIVO
Eloísa Azeredo
Mestranda UFMT
Trabalho e economia popular solidária
Liria dos Santos
Mestranda UFMT
Trabalho e produção dos saberes
Rosana Manfrinate
Mestre / SEMA
Gênero e relações com a água
Michelle Jaber
Doutoranda UFSCar
Mapa dos conflitos socioambientais
Samuel Oliveira
Dr, REMTEA
Avifauna e etnoconhecimento
Regina Silva
Dra, Instituto Caracol
Mapa social
Edson Caetano
Dr, educação UFMT
Mapeamento da cultura do trabalho
Lia Tiriba
Dra, UFF
Produção associada (colaboradora eventual)
Alexandre Farias
Dr, Economia
Economia ecológica

Parceiros: SEMA, UFSCar, REMTEA, Instituto Caracol (iC), UFF
Suporte financeiro extra: CNPq (mapa social) e FAPEMAT (mapa social)
Participantes diretos: 250 pessoas

OBJETIVOS GERAIS
Busca compreender o território para além de um mero espaço geográfico, mas um ambiente que possui vidas. Na tessitura cultural, compreende as identidades existentes e seus conflitos socioambientais, bem como os desejos da melhoria da qualidade de vida. Na existência humana, o subprojeto compreende o trabalho como um meio identidário, pesquisando as relações táticas de trabalho e suas relações ambientais. Com forte interação com a avaliação ecossistêmica do milênio, busca, ainda, compreender o conhecimento biorregional sobre a avifauna e suas relações com os trabalhos ecossistêmicos. Enfatiza o papel das mulheres e os conhecimentos tradicionais passados de geração a geração, com cuidados com a saúde, trabalhos e empoderamento feminino.



Figura 4: interação do subprojeto 5.2 com os demais laboratórios



METODOLOGIA
Fenomenologia (Maurice Merleau-Ponty) para compreensão e interpretação das percepções socioambientais que os moradores possuem do território, conflitos, avifauna, trabalho e relações de gênero. Pesquisa participante (Paulo Freire) e materialismo histórico (Karl Marx) no sentido da reinvenção econômica mais comunitária, com alternativas aos modelos de vida. Da possibilidade de interpretar os agravos ambientais e suas intrínsecas relações com a sociedade por meio da pesquisa do mapa social (Regina Silva). Observação participante, entrevistas semiestruturadas e não estruturadas, pesquisa bibliográfica, cartografia e processos formativos.

RESULTADOS
1.       Mapa social da região pantaneira com as principais identidades dos grupos sociais vulneráveis [figura 5];
2.       Mapa dos conflitos socioambientais do Pantanal [figura 6];
3.      Matriz de identificação dos principais conflitos socioambientais no Pantanal (apêndice A);
4.      Mapa das comunidades Pantaneiras do Estado de Mato Grosso [apêndice B];
5.      Principais causas dos conflitos [figura 7];
6.      Atividades da economia solidária no Pantanal [tabela 1];
7.      Razões para atividades da economia solidária [tabela 2];
8.      1 tese de doutorado concluída na UFSCar (Samuel Borges de Oliveira Jr);
9.      Caderno pedagógico da avifauna e expressões culturais de Joselândia;
10.   Caderno pedagógico do mapa social de MT, que inclui o Pantanal.


Figura 5: Mapa social dos grupos vulneráveis do Pantanal





Figura 6 e 7: principais causas dos conflitos socioambientais no Pantanal (%)



TABELA 1
Atividades voltadas à Economia Solidária na região do Pantanal Mato-grossense
Municípios envolvidos na pesquisa
Quantidade
Barão de Melgaço
15
Cáceres
11
Nossa Senhora do Livramento
25
Poconé
39
Santo Antônio do Leverger
7
TOTAL
97

TABELA 2
Motivação da criação dos empreendimentos da Economia Solidária

Motivos
Total
1. Uma alternativa ao desemprego
308
2. Obtenção de maiores ganhos em um empreendimento associativo
236
3. Uma fonte complementar de renda para os(as) associados(as)
377
4. Desenvolvimento de uma atividade onde todos são donos
239
5. Condição exigida para ter acesso a financiamentos e outros apoios
222
6. Recuperação por trabalhadores de empresa privada que faliu
2
7. Motivação social, filantrópica ou religiosa
61
8. Desenvolvimento comunitário de capacidades e potencialidades
84
9. Alternativa organizativa e de qualificação
90
10. Outro.
56

EM PLANEJAMENTO
·        Um curso de extensão sobre economia popular solidária à comunidade de Joselândia, com foco aos membros da associação de micro produtores rurais;
·        Mapeamento da cultura do trabalho no Pantanal;
·        Intercâmbio entre as comunidades para aprendizagem coletiva sobre a economia popular solidária;
·        “Atlas” socioambiental do Pantanal (cultura do trabalho, avifauna, conflitos socioambientais, grupos sociais vulneráveis, trabalhos ecossistêmicos, terras indígenas, expressões artísticas, mitológicas e culturais, entre outras informações).

5/8 REL.2011 5.3 avaliação ecossistêmica do milênio


SUBPROJETO 5.3 - AVALIAÇÃO ECOSSISTÊMICA DO MILÊNIO

PESQUISADOR/A
STATUS
OBJETO INVESTIGATIVO
André Manfrinate
Estudante de direito
Lei do Pantanal e a cultura de Joselândia
Adriana W. Regina
Mestranda UFMT
Mitologia Pantaneira
Sonia Palma
MS, Instituto Caracol
Mitologia Pantaneira
Lúcia Kawahara
Doutoranda UFMT
Festa e cultura do Milênio
Imara Quadros
Doutoranda UFMT
Canoa e  cultura do Milênio
Michèle Sato
Dra, educação UFMT
Mitologia Pantaneira

Parceiros: REMTEA, Instituto Caracol (iC), OPAN, SESC Pantanal, United Nation Organisation, Cropper Foundation and Sub-Global Assessment (SGA) of Millennium Ecosystem Assessment
Suporte financeiro extra: CNPq (mapa social), FAPEMAT (mapa social), Petrobrás (via OPAN) e Millennium SGA
Participantes: 101 pessoas envolvidas diretamente. Não há cômputo dos envolvidos indiretamente.

OBJETIVOS GERAIS
Sob a orientação mundial do programa da Avaliação Ecossistêmica do Milênio (Sub-Global Assessment), identificamos alguns trabalhos ecossistêmicos  de [figura 8]: 
·        SUPORTE nos laboratórios 1, 2 e 3 (fotossíntese, nutrientes, solo, energia);
·        PROVISÃO nos laboratórios 1, 2, e 3 (alimentos, água, madeira, fibra);
·        REGULAÇÃO nos laboratórios 1, 2 e 4 (clima, doenças, insumos, resíduos);
·        CULTURA no laboratório 5 (religiosidade, valores, arte, estética).
O subprojeto 5.2.3 faz um mapeamento dos principais trabalhos ecossistêmicos culturais, com especial ênfase: (a) na feitura das canoas; (b) na celebração de festas regionais; (c) na mitologia e valores que movem a fé dos pantaneiros e das pantaneiras; (d) e  finalmente do conjunto de leis que existem sobre o Pantanal, buscando validar as atividades comunitárias do ponto de vista legal.



Figura 8: interação do subprojeto 5.3 com os demais laboratórios



METODOLOGIA
Fenomenologia (Merleau-Ponty e Bachelard) para compreensão dos fenômenos, na interpretação das percepções socioambientais que os moradores possuem da natureza e dos bens e trabalhos ecossistêmicos. Pesquisa participante (Paulo Freire) e sociopoética (Gauthier e Sato) no sentido da intervenção comunitária. Possui uma forte inspiração etnográfica (Geertz e Bhabha) e, além disso, apoia-se na metodologia do próprio programa da Avaliação Ecossistêmica do Milênio (Max Finlayson), com especial ênfase nas expressões culturais como festas e feitura de canoas. No campo dos estudos legais, a hermenêutica (Mauro Grün) perfaz a metodologia da compreensão jurídica sobre o Pantanal.

RESULTADOS
1.  Há pouca compreensão sobre as leis do Pantanal, o que obstaculiza que a comunidade seja favorecida pelo aparato jurídico;
2.  Fortalecimento dos canoeiros, por meio de oficinas e a produção de um caderno pedagógico que pode favorecer a atração de turismo cultural e ecológico, valorizando o saber local;
3. Nas festas realizadas, a maioria dos produtos chega de fora da comunidade. Por exemplo, na festa de Cosme e Damião, 26 produtos são oriundos dos trabalhos ecossistêmicos de Joselândia, contra 35 de fora, revelando que aos poucos, a comunidade tem modificado seus hábitos e a cultura está menos “sustentável”;
4. Sistematização de algumas narrativas mitológicas e “seres encantados” do Pantanal, contribuindo para que as políticas públicas considerem a religiosidade, espiritualidade e valores como elementos das políticas públicas [figura 9];
5. 1 oficina internacional com Max Finlayson e representantes indígenas para a compreensão da avaliação ecossistêmica do milênio e a produção de um caderno pedagógico escrito pelos próprios índios, com proposições para melhoria da qualidade de vida.



Figura 9: importância do mito na comunidade pantaneira




EM PLANEJAMENTO
· Produção de um caderno pedagógico sobre as leis referentes ao Pantanal, bem como os riscos da aprovação do zoneamento e do código florestal;
· Produção de um livro que alie a feitura da canoa com o turismo cultural, com as expressões artísticas e com os trabalhos ecossistêmicos para melhoria da qualidade de vida;
· Compreender outros trabalhos ecossistêmicos como a viola de cocho, o pilão, a gamela, o laço e o coxonilho, artefatos culturais intrinsecamente oriundos da natureza e com potencial econômico local;
· Compreensão dos trabalhos ecossistêmicos pela comunidade;
· Sistematização da relação das festas com os trabalhos culturais;
· Produção de um caderno pedagógico sobre a etnografia das festas e as relações com a avaliação ecossistêmica do milênio;
· Sistematização da mitologia pantaneira;
· Cartografia do imaginário, inicialmente indígena, mostrando os pontos cartográficos dos espíritos e da mitologia;
· Produção de um caderno pedagógico sobre a cartografia do imaginário.

6/8 REL.2011 sistematização

SISTEMATIZAÇÃO

Embora alguns membros do projeto 5.2 trabalhem com vários municípios do Pantanal, considerando aspectos genéricos de Barão de Melgaço, Cáceres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé e Santo Antônio de Leverger, nosso lócus de atuação e pesquisa se dá em São Pedro de Joselândia, que apresenta um complexo de comunidades. Em outras palavras, sobrevoamos a paisagem pantaneira, mas pousamos em Joselândia para as intervenções, vivências e estudos empíricos [figura 10].

Figura 10: Localização de São Pedro de Joselândia, Barão de Melgaço, MT (SILVA; JABER; SATO, 2011).



Joselândia é um local bastante religioso, cujas festividades mantêm estreita conexões com os marcos religiosos cristãos, em especial à católica, que tem São Pedro como padroeiro da região. Vivem de maneira simples, mas sentem-se livres e felizes [figura 11]. As tradicionais expressões culturais estão sendo perdidas (cururu, siriri, viola de cocho, redes, etc.) e os novos valores são impostos principalmente pelos jovens. Tradição e inovação se conjugam neste espaço que ainda resiste aos avanços da Modernidade, mantendo algumas expressões culturais amalgamadas pela memória, narrativas, crenças e valores. 


Figura 11: Pantaneiros de São Pedro de Joselândia (Fotografias: Regina Silva).




Há muito trabalho informal na região e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região pantaneira é um dos mais baixos em todo estado de MT. Constatamos que o Pantanal está sendo ameaçado pelas tendências desenvolvimentistas, já que o modo de vida pantaneiro está sendo alterado pela pecuária extensiva, pela exploração intensiva, seguida do desmatamento e da deterioração dos cursos de água. Embora a mídia e os discursos políticos enfatizem que os projetos desenvolvimentistas trazem riquezas, essas atividades não têm oferecido melhor qualidade de vida aos moradores da região. Isso é possível de observar pelo mapa de pobreza e desigualdade dos municípios brasileiros (IBGE, 2008), em que os locais mais pobres de MT concentram-se na região do Pantanal [figura 12].


Figura 12 – Incidência de pobreza em MT
Fonte: IBGE, 2008.




Sem enfatizar o lado utilitarista da pesquisa, reconhecemos que nem sempre a ciência resolve problemas. Todavia, no marco essencial da investigação em ciências humanas, com ênfase na educação ambiental, o projeto 5.2 busca investigar diversos temas: educação científica, jornalismo ambiental, educomunicação, arte, território, identidades, gênero, etnoconhecimento da avifauna, cultura do trabalho, economia popular e solidária, economia ecológica, conflitos socioambientais, trabalhos ecossistêmicos, canoas, festas religiosas, mitologia e legislação do Pantanal [figura 13]. Todos os pesquisadores envolvidos são preocupados em promover a audiência científica, por meio de cadernos pedagógicos construídos junto com as comunidades. A educação científica se dá em todos os níveis, desde o ensino fundamental, médio, graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado. A identidade é outro tema transversal no projeto, já que investigamos a área pantaneira por meio de entrevistas com moradores e suas narrativas são essenciais à nossa pesquisa qualitativa essencialmente fenomenológica.

Figure 13: Laboratory 5 and research themes




Reconhecemos que as ciências acadêmicas não são as únicas fontes de conhecimento humano, e que as populações tradicionais possuem histórias, narrativas, mitos, crenças e fé que encerram um outro arcabouço de sabedorias que, se somados aos acadêmicos, podem melhorar o jeito de viver. A tessitura da educação ambiental, assim, despe-se do “ensino científico” e advoga por um “diálogo de saberes”. É a formação de um grupo pesquisador entre a universidade e a comunidade, construindo conhecimentos biorregionais pelo patrimônio universal consagrado pelas ciências, e que ousa a guinada conceitual e não apenas divulgar as ciências, mas essencialmente construir sua audiência pela pesquisa participativa e sociopoética. E porque somos diversos, cada ser humano tem suas marcas indeléveis de crenças e valores que corroboram na matriz perceptiva dos estudos fenomenológicos da educação ambiental.

Nesta construção que nem sempre tem consenso, mas que também enfrenta seus momentos de caos e recuos, os avanços surgem pela criatividade e coragem de sair da mesmice, da mera reprodução da ciência ou da cópia de modelos hegemônicos. Todavia, também pela produção do novo, ainda que seja arriscado e com tendências a erros, mas, sobretudo na originalidade e na abrangência em se tramar diversas temáticas que possam fiar um mosaico que seja significativo e fidedigno ao cotidiano local. A rede ainda está sendo tecida e dá pistas que o balanço tem interrupções e que nem sempre se consegue bons sonhos, mas é na trança dos desejos que o labirinto se desfaz revelando a eloquência da esperança.

REFERÊNCIAS

IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA). Mapa da pobreza e desigualdade dos municípios brasileiros 2003. Rio de Janeiro: IBGE, 2008.

MOURA Mariluce. Atrair a atenção do público é o grande desafio para os satisfeitos jornalistas de ciência. Revista de Pesquisa Fapesp, n. 188, outubro de 2011, p. 28-31.
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4524&bd=1&pg=1&lg=

VOGT, Carlos. Ciência e bem-estar cultural. In Comciencia, revista eletrônica de jornalismo científico. Edição de 10 de junho de 2010 [http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=57&id=724]. Download: 10/06/10.

7/8 REL.2011 - outras informações

outras informações


- COOPERAÇÃO COM OUTROS PROJETOS
1. Cartografia Social, com financiamento da Fapemat e CNPq;
2. O berço das águas, sob coordenação da Operação Amazônia Nativa (OPAN), com financiamento da Petrobrás;
3. Mapa social, com financiamento e suporte do Ministério Público Estadual;
4. Sub-Global Assessment of Millennium Ecosystem Assessment, Japan, Kenya, Trinidad and Tobago;
5. Ramsar Educational Committee, with Uganda Conservation Project.


Number of
Levels of education
0
completed postdocs during the period
1
postdocs in progress during the period
4
PhD theses in progress during the period
1
PhD theses completed during period
0
Master dissertations completed during the period
3
Masters dissertations in progress during the period
0
Scientific Initiation students trained during the period
1
Scientific Initiation students in progress
5
Junior students trained in progress

- POTENCIAL DE APROVEITAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS FORMADOS:
Setor público, essencialmente. Uma doutoranda que finalizou seus estudos e tem uma bolsa CAPES para um pós-doc de 3 anos, com vistas a absorver a profissional na UFMT.

TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO PARA A SOCIEDADE
O subprojeto 5.1 tem forte o componente “jornalismo científico”, que tem como objetivo divulgar as pesquisas no âmbito INAU por meio da revista “UFMT CIÊNCIAS”, além de outros veículos de comunicação de massa. Criamos um blog mais interativo do laboratório 5 e temos publicado pequenas matérias de jornais ou revistas de circulação em bancas de jornais. Um ponto fundamental é a presença da educomunicação, que considera que para além da divulgação científica, é necessário promover a audiência científica por meio de processos formativos e de intervenção (educomunicação). Por meio destes processos, a sociedade dialoga saberes e “devolve” a informação científica utilizando a arte,  participando de oficinas ou fóruns populares, e essencialmente sendo autores dos cadernos pedagógicos, que diferentemente de cartilhas, parte da premissa da participação popular.

EDUCAÇÃO PARA CIÊNCIA
A educação científica permeia todos os níveis: fundamental, médio, graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Além disse, estamos em fase de planejamento para um curso de formação docente, envolvendo a secretaria de educação e outros parceiros. A meta é fomentar que a escola construa os Projetos Ambientais Escolares Comunitários (PAEC), aliando natureza e cultura. Um outro curso em preparo será aos trabalhadores da economia popular e solidária, com vistas a promover a formação para um mercado menos competitivo e perverso, mas com considerações sociais e ambientais.

INTERAÇÃO COM O ENSINO BÁSICO
Cinco pesquisadores mirins, 3 do ensino fundamental e 2 do ensino médio participam do laboratório 5, não apenas recebendo a educação científica, mas também desenvolvendo habilidades para a iniciação à pesquisa, com adequação aos níveis da escolarização.

INTERAÇÃO COM O SETOR EMPRESARIAL:
O Sesc Pantanal tem sido um bom parceiro do projeto, não apenas no apoio institucional, mas auxiliando com hospedagem, transporte e uso de certos serviços da estância ecológica (borboletário, insentário, centro de interpretação ambiental, etc.).


POLÍTICAS PÚBLICAS:
Além da presença de vários pesquisadores, o GPEA possui membros da sociedade civil (REMTEA e Instituto Caracol) e também representantes do governo. Nossas pesquisas aliam, desta maneira, o pensar epistemológico das pesquisas, a práxis inscrita na militância e a ética axiomática no conjunto de proposições às formulações de políticas públicas.