Tuesday, 1 July 2014

História dos 40 anos do MACP é representada por meio de obras em exposição


ufmt
http://www.ufmt.br/ufmt/site/noticia/visualizar/16534/cuiaba


História dos 40 anos do MACP é representada por meio de obras em exposição

Publicado em Notícias | 04/06/2014

O Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) vai comemorar seus 40 anos por meio de uma grande mostra coletiva cujas obras apresentam a trajetória de um dos mais importantes espaços de fomento, apreciação e difusão da arte mato-grossense. Intitulada “Percurso” e com a curadoria da crítica de arte Aline Figueiredo, a exposição será aberta no dia 10 de junho, ficará aberta à visitação durante a realização da Copa do Mundo e terá a participação de 35 artistas também no sentido mostrar marcante “contribuição à arte brasileira, pois, é mesmo um Brasil, via Mato Grosso que daqui repercute”, diz Aline Figueiredo.
Para comemorar o aniversário de 40 anos, o MACP, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev) da UFMT, está realizando também o projeto Imaginarte, que visa ocupar a UFMT com arte, através da pintura de painéis e paredes da universidade, revitalizando as áreas e dando espaço para a cultura cuiabana continua os seus trabalhos, que começaram em 2013.
Percurso
Participam da mostra coletiva os artistas de Mato Grosso Adão Domiciano, Adir Sodré, Almira Reuter, Aleixo Cortez, Antonio Carlos Batista, Benedito Nunes, Carlos Lopes, Clovis Irigaray, Dalva de Barros, Elieth Gripp, Gervane de Paula, Gonçalo de Arruda, Herê Fonseca, Humberto Espínola, João Sebastião, Jonas Barros, José Pereira, Julio Cesar, Lara Matana, Luis Segadas, Marcelo Velasco, Marcio Aurélio, Mary Bueno, Mató, Miguel Penha, Monica Lobo, Nilson Pimenta, Paulo Pires, Regina Pena, Roberto de Almeida, Sebastião Silva, Vitória Basaia, Valques Rodrigues e Wander Melo. Integra a mostra, ainda, a artista sul-mato-grossense Ana Ruas, com o painel da fachada do MACP e Centro Cultural com 264m², intitulado “Percurso”.
Imaginarte
Os artistas que já deixaram seus traços em fachadas de prédios da UFMT foram Vicente Paulo, Zeilton Matos, Babu 78, Jean Sig, Nilson Pimenta, Benedito Nunes e Ana Ruas.
Outra ações da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev) dentro das comemorações foi a criação de um canal no Youtube, onde está sendo disponibilizada uma série de entrevistas com os autores das obras.
(Imagem: Montagem de fotos: Valques Rodrigues - sem titulo, 2012 - acrílica sobre tela - 110 x 145cm; Vitória Basaia - sem título - Gravuras com Pigmentos naturais sob canson - 150 x 208cm; Wander Melo - 2004 - óleo sobre tela - 90 x 130cm); Roberto de Almeida - Escultura em madeira).
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álbum no facebook
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UFMT - 40 anos

Updated about an hour ago · Taken at Cuiabá MT
exposição artística no MACP-UFMT: celebração dos 40 anos da UFMT, em junho 2014 (só algumas fotos)

mudanças climáticas e extinção de pinguins

o globo

http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/mudancas-climaticas-podem-dizimar-80-dos-pinguins-imperiais-13088605

Mudanças climáticas podem dizimar 80% dos pinguins imperiais

Derretimento da cobertura de gelo provocada por aquecimento global provocaria mortes até 2100

POR 
Cerca de 480 mil pinguins imperiais podem desaparecer até 2100 por conta das mudanças climáticas Foto: Kazuhiro Nogi / AFP
Cerca de 480 mil pinguins imperiais podem desaparecer até 2100 por conta das mudanças climáticas - Kazuhiro Nogi / AFP

RIO - As mudanças climáticas podem matar até 80% dos 600 mil pinguins imperadores até 2100, segundo um estudo publicado esta semana na revista “Nature Climate Change”. A maior ameaça às aves vem de alterações na cobertura do gelo no Oceano Antártico, o que afetará a criação dos filhotes e a alimentação da espécie.
O ritmo do declínio populacional vai variar de acordo com as colônias, mas todas serão afetadas até o fim do século.
No estudo, pesquisadores americanos, britânicos e holandeses pedem que os governos listem as espécies ameaçadas de extinção. Essa relação seria usada para impor restrições ao turismo e à pesca.
Segundo Stephanie Jenouvrier, líder do estudo e pesquisadora do Instituto Oceanográfico Woods Hole, nos Estados Unidos, parte significativa das espécies enfrenta um cenário de “possível extinção (...) em um futuro previsível”. As colônias de pinguins imperadores do Mar de Ross, na Antártica, podem sofrer declínio populacional mais tarde do que as outras, porque as condições de gelo da região ainda são adequadas à sua sobrevivência.
— Implementar uma área de proteção no Mar de Ross pode nos dar tempo para evitar a extinção da espécie e pôr em prática estratégias de mitigação dos gases-estufa — recomenda Stephanie.
Para alimentar seus filhotes, os pinguins imperiais deixam sua colônia por meses e viajam por longas distâncias no gelo da Antártica até atingir o mar aberto e encontrar alimentos, como os krills, uma espécie de crustáceo. Além disso, a cobertura do gelo no mar deve ser suficiente para que eles consigam fugir de predadores.
Para o biólogo Phil Trathan, do Serviço Antártico Britânico (BAS, na sigla em inglês), ainda é incerto se os pinguins poderão se adaptar a terrenos mais altos das geleiras, onde poderiam criar seus filhotes e fugir de presas.


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Greenpeace urges Lego to end Shell partnership

guardian
http://www.theguardian.com/environment/2014/jul/01/greenpeace-lego-shell-partnership-toys-oil-arctic

Greenpeace urges Lego to end Shell partnership

Global campaign calls on toymaker to honour environmental commitment and remove oil company’s logo from its bricks
Lego mini figures Greenpeace protest against Shell at Legoland Big Ben, demanding Shell to stop plan to drill for oil in the Arctic
Greenpeace's protest against Shell recreated with Lego. Photograph: Jiri Rezac/Greenpeace
Lego is putting sales above its commitment to the environment by partnering with Shell, according to Greenpeace, which is launching a global campaign to force the world’s biggest toymaker to end a deal that puts the oil company’s logo on the famous bricks.
On Tuesday the environmental group will target the Danish company, which has distributed more than 16m Shell-branded toys via petrol stations in 26 countries, hoping to pressure it through “creative action” and mobilising the 5 million “Arctic supporters” it has signed up online.
Jørgen Vig Knudstorp, the president and chief executive of Lego, which reported record profits earlier this yearhas said: “as we expand globally, we are determined to leave a positive impact on society, and the planet that our children will inherit”.
Greenpeace claims that Shell, which has suffered repeated delays in its attempts to drill in Arctic waters off Alaska, is putting the polar region’s unique marine environment at risk and exacerbating global warming.
Ian Duff, Greenpeace’s Arctic campaign team leader, said: “Climate change is an incredible threat facing all children around the world, but Shell is trying to hijack the magic of Lego to hide its role. It is using Lego to clean up its image and divert attention from its dangerous plans to raid the pristine Arctic for oil. And it’s exploiting kids’ love of their toys to build lifelong loyalty it doesn’t deserve. It’s time for Lego to finally pull the plug on this deal.”
Toy blocks fall into bins at a Lego factory in Billund, Denmark
Toy blocks fall into bins at a Lego factory in Billund, Denmark. Photograph: David McLain/Corbis
Iris Worldwide, the advertising agency behind the 2012-14 partnership between Lego, Shell and Ferrari, estimated the deal’s PR value at $116m (£68m). A Shell spokesman said it had been “a very successful and productive relationship”. Lego and Shell would not comment on whether a new post-2014 deal was under discussion.
Lego has trumpeted its environmental credentials, recycling 90% of its waste and making its operations nearly one-third more energy efficient over five years. It has pledged to produce more renewable energy than the energy it uses by 2020, and is exploring an alternative raw material – currently crude oil – for its bricks.
Asked if its partnership with Shell was at odds with its CEO’s promise to leave a positive impact on the planet, a spokesman said: “We expect and are confident that Shell lives up to the legislation wherever they operate, including the Arctic, but we can only refer to Shell for comments on where and how Shell operates. We consider our biggest contribution in leaving a positive impact to be through inspiring and developing children as they experience the joy and learning opportunity that creative play provides.”
Lego Arctic Sunrise  built by Greenpeace Danish team
A Lego model of the Greenpeace ship Arctic Sunrise. Photograph: Greenpeace
Lego’s partnership with Shell dates back to the 1960s, and ran into the 1990s with Shell-branded Lego sets, before the toymaker switched to a fictional oil company called Octan, which went on to feature as the corporation headed by the villain President Business in The Lego Movie.
Shell has suffered a series of setbacks in its attempts to drill for oil in the Arctic, with its Kulluk oil rig running aground off Sitkalidak Island, Alaska, in January 2013. The US Coast Guard later accused Shell of partly ignoring safety warnings over bad weather to avoid Alaskan taxes. In January, the company shelved its plans to drill this year and said the exploration drive was “under review.”
Greenpeace promised thousands of its activists would take part in the campaign on six continents. It is currently running adverts in Danish newspapers calling on Lego to end the deal.

Quase 90% dos professores brasileiros se sentem desvalorizados, diz estudo

sbpc
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=94025

JC e-mail 4980, de 30 de junho de 2014
1. Quase 90% dos professores brasileiros se sentem desvalorizados, diz estudo
A pesquisa da OCDE ouviu 100 mil professores e diretores escolares em 34 países 


Quase 90% dos professores brasileiros acreditam que a profissão não é valorizada na sociedade. Mesmo assim, a maioria está satisfeita com o emprego. O resultado foi apresentado semana passada pela Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que ouviu 100 mil professores e diretores escolares em 34 países.

De acordo com o levantamento, somente 12,6% dos professores brasileiros consideram-se valorizados. A proporção está abaixo da média internacional, de 30,9%. No entanto, 87% dos professores brasileiros consideram-se realizados no emprego, próximo da média global de 91,1%.

Apesar de não se sentirem valorizados, os professores brasileiros estão entre os que mais trabalham, com 25 horas de ensino por semana, seis horas a mais do que a média internacional. Em relação ao tempo em sala de aula, os professores brasileiros ficam atrás apenas da província de Alberta, no Canadá, com 26,4 horas trabalhadas por semana, e do Chile, com 26,7 horas.

Mesmo trabalhando mais que a média, os professores brasileiros gastam mais tempo para manter a ordem em sala de aula. Segundo o levantamento, 20% do tempo em sala é usado para controlar o comportamento dos alunos, contra 13% na média internacional.

Todos os entrevistados na pesquisa dão aula para a faixa etária de 11 a 16 anos. A publicação também mostra que nos países em que os professores se sentem valorizados, os resultados no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) tendem a ser melhores.

Quanto à formação, mais de 90% dos professores brasileiros dos anos finais do ensino fundamental concluíram o ensino superior, mas cerca de 25% não fizeram curso de formação de professores. Segundo a falta de especialização reflete-se no ensino. Professores com conhecimento de pedagogia e de práticas das disciplinas que lecionam relataram se sentir mais preparados do que aqueles cuja educação formal não continha esses elementos.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os dados serão incorporados aos dados do Censo Escolar e das avaliações nacionais, para que se possam criar descrições ainda mais detalhadas da situação educacional brasileira.

(Mariana Tokarnia / Agência Brasil)