Thursday, 2 May 2013

régis paiva - relato de pesquisa de campo



 

RÉGIS FONSECA PAIVA
9º ano, ELPC
Relatório da Pesquisa de Campo
São Pedro de Joselândia, 5-8 de abril de 2013


Durante o período compreendido entre os dias 05 e 08 de abril de 2013, participei de uma viagem para a comunidade de São Pedro de Joselândia, como integrante do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental Comunicação e Arte (GPEA/UFMT), coordenado pela professora Michèle Sato, na posição de pesquisador mirim.
Régis Paiva: Típica paisagem pantaneira da época da cheia, quando as águas tomam conta do relevo.

Nesta viagem, aprendi como funciona a Pegada Ecológica e como utilizá-la, descobri a importância das Escolas Sustentáveis, entrevistei alguns dos moradores locais, e pude entender em pouco mais sua visão de mundo.

Enquanto entrevistava os moradores locais, percebi o quanto prestam atenção à Natureza e como se utilizam dela para suas diversas tarefas, enquanto que nas ditas “cidades grandes”, onde temos um acesso facilitado ao conhecimento, e somos – em teoria –, pessoas mais cultas, mal percebemos a presença da Natureza – salvo por algumas árvores que, por mais incrível que pareça, passam despercebidas aos olhos de muitos –, e nos esquecemos de que cultura não é só aquilo que ensinam nas faculdades.
Régis Paiva: “Pica-pau”, dono da pousada em que ficamos, e um dos moradores entrevistados.


Meu foco de pesquisa foi o canto dos pássaros, que pode variar tanto em seu uso como em seu significado, por exemplo, o João de Barro – ou “Massa Barro”, como é conhecido na região – pode dizer quando começa e quando acaba a chuva, já a Anhuma é como um “alarme”, pois, quando algum estranho se aproxima, ela não demora a cantar – avisando os demais animais que algo está diferente do normal.
Régis Paiva: “Massa Barro” sobre o telhado de uma das casas da comunidade, durante o entardecer.


Os três primeiros dias (05, 06 e 07) foram passados em São Pedro de Joselândia, assim como a manhã do quarto dia. Então, fomos para o SESC Pantanal no período da tarde – onde visitamos o Borboletário e o Centro de Interpretação Ambiental (CIA) –, onde tivemos a oportunidade de tirar algumas fotos e aprender na teoria aquilo que havíamos vivenciado na prática: A Cheia – e também a seca – do Pantanal.
Régis Paiva: Borboleta extraindo o néctar de algumas flores – imagem capturada no SESC.



Foi uma experiência muito gratificante que, penso eu, todos deveriam experimentar.

Mal posso esperar pela próxima!
Régis Paiva: Pôr do sol em São Pedro de Joselândia... ô saudade!

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